Instalando o Neverwinter Nights no OSX Lion

Ontem o amigo @geekpobre twittou um link para o GoG onde podíamos comprar Neverwinter Nights Diamond por $10. Imedatamente tirei meu cartão de crédito do bolso e comprei para jogar com os amigos.

Quando você comprar o jogo, ele virá com uma CDKey genérica. Para jogar online, basta ir neste link e mandar uma mensagem pedindo por uma key nova. A minha demorou umas 12 horas pra chegar.

Como sou o feliz dono de um hackintosh (além de um MacBook), obviamente resolvi rodar o jogo no OSX. O antigo DVD que tinha, com o cliente para OSX, era para máquinas PowerPC, e não temos mais Rosetta no Lion. A solução é instalar pelo Wine.

Então vamos lá, vá no site do WineSkin e baixe o Wineskin Winery mais novo e instale ele.

Abra o WineSkin Winery.app. Você verá uma tela como esta:

Primeiro atualize o Wrapper, clicando no botão de Update ali em baixo. Sua lista de Engines provavelmente está em branco. Clique no botão de + e esta tela aparecerá:

A primeira opção da lista serve para o NeverWinter Nights, mas, para outros programas / jogos, talvez outra versão seja mais recomendada. Dê um “Download e Install” e espere o processo terminar.

Agora crie um novo Wrapper em branco (“Create New Blank Wrapper”) e dê um nome para ele.

O Wineskin então rodará seu próprio XServer e pedirá para instalar o WineGecko, que é o renderizador de HTML. Diga que sim.

Espere isto terminar, e agora vamos finalmente instalar o jogo.

Ele vai se oferecer para te mostrar o Wrapper recém criado no Finder. Diga que sim.

Como você pode ver, eu já havia criado um wrapper anteriormente para o NWN e estou fazendo tudo de novo só porque sou bonzinho e quero ajudar vocês.

Rode o app agora, você verá esta tela:

Escolha a primeira opção e escolha o instalador que você baixou no GoG, lembrando que os arquivos .bin devem estar no mesmo diretório.

E o instalador agora deve rodar normalmente.

 

Ao terminar a instalação, clique em “Lauch”.

Após a primeira execução, o programa te perguntará qual o executável você deseja rodar ao abrir o .app

Selecione nwn.exe aqui, para que o loader seja sempre carregado.

Para trocar a CDKey, ache o Wrapper que você criou e vá em Show Package Contents (botão direito ou clique com dois dedos)

Navegue até Contents > Resources > drive_c > Program Files > GOG.com > Neverwinter Nights Diamond Edition e troque o nwncdky.ini que está lá pelo que você recebeu no email.

Bônus: ícone bonito

Você deve ter notado que o ícone que veio junto é bem feio, né? Bem, eu não achei um ícone bom (estou usando um do NWN2 temporariamente), mas basta seguir os mesmos passos de trocar a CDKey e trocar o Wineskin.icns por outro arquivo no formato icns para ter um ícone decente.

Qualquer dúvida deixe aí um comentário que tentarei ajudar!

Trocando a senha de support do Sagemcom F@ST 1704

Há umas duas semanas, assinei 15Mbps com a GVT. Já tinha 10, mas velocidade nunca é demais. Hoje chegou o roteador novo, um Sagemcom F@ST 1704, e o técnico insistiu em desligar meu antigo Linksys WAG200g e ligar este novo. Já que já tinha ligado este, resolvi dar uma chance para ele (além do mais, o sinal estava melhor nele).

Imediatamente notei que ele usava um firmware igual ao dos antigos Siemens, e uma rápida pesquisa confirmou que o modem é, na verdade, um Siemens mesmo.

Eis que fui trocar a senha e descubro que há 3 usuários: admin, support e user. A senha padrão de admin vem escrita no modem, e é gvt12345. O problema é que, para trocar as outras senhas, é necessário conhecê-las, e não estão escritas em nenhum lugar.

Vejam o problema de deixar as senhas padrão. Eu não quero a GVT fuçando no meu modem. O antigo Thomson que me deram quando assinei 10Mbps tinha um problema curioso de resetar as configurações de DNS e port forwarding. Quando troquei para o Linksys, isto parou.

Quando reclamei no twitter sobre não poder trocar a senha, meu amigo @elland sabiamente me disse:

Com esta intenção, conectei ao roteador por telnet. Eis que descubro que rodar passwd username senha troca a senha do usuário sem confirmação nenhuma. Mais fácil do que eu esperava.

Filevault com HFS+ Case Sensitive

Então, amigos. Acabo de instalar meu SSD novo e aproveitei para instalar o Snow Leopard num sistema Case Sensitive, como um bom sistema Unix.

Para minha surpresa, o OSX não deixa ativar FileVault em sistemas Case Sensitive. Eis que encontrei uma solução:

  1. Crie um novo usuário administrador
  2. Logue como este usuário
  3. Mova sua antiga pasta de usuário para evitar que ela seja deletada:
  4. $ cd /Users

    $ sudo mv meuusuario meuusuario.bak

  5. Delete sua conta antiga e crie uma nova com o mesmo nome. Não esqueça de marcar que quer usar FileVault
  6. Deslogue da conta de administrador e logue na sua nova conta
  7. Copie toda sua pasta antiga para a nova

    $sudo /usr/bin/rsync -av /Users/meuusuario.bak/ /Users/meuusuario
    $sudo chown -R meuusuario ~/

  8. Deslogue e logue de novo em seu usuário para as configurações voltarem a funcionar
  9. Se deu tudo certo, pode remover o usuário administrador que foi criado antes e a pasta sem criptografia do seu usuário:

    $ sudo rm -rf /Users/meuusuario.bak

Qualquer dúvida deixe um comentário.

Faça backup dos seus pacotes do Cydia de graça

Bem, amigos, todos nós já sabemos que um iPhone sem jailbreak é igual a uma Harley-Davidson sem rodas. Muito bonito, mas inútil. Chato é que, com cada atualização do iOS, temos que fazer jailbreak de novo e instalar todos os apps do zero. Certo? Errado.

Há várias opções de pacotes no Cydia que prometem fazer backup dos outros pacotes. Testei um grátis recentemente, o AptBackup, e consegui mais de 4GB de lixo espalhado pelo sistema de arquivos e nada de restaurar meus pacotes.

Aparentemente o PkgBackup é muito bom, mas passou de $2 para $8 assim que o jailbreak unthetered do 4.3.1 foi liberado, então me recuso a comprar por princípio, e a piratear por… Sei lá por que, o dev parece ser fdp mesmo. Mas, de qualquer jeito, tem uma outra maneira.

Suponho que você já tenha o OpenSSH instalado (e tenha trocado a senha de root e do user mobile!). Então conecte-se por SSH no seu iPhone e rode isto, como root:

dpkg –get-selections > apps.txt

Note que antes de get-selections são dois sinais de menos (tack-tack), mas o WordPress gosta de me trollar e troca por um travessão.

Agora copie este arquivo para algum lugar seguro no seu computador, atualize seu iPhone e faça jailbreak novamente.

Abra o Cydia e instale novamente o OpenSSH e o APT 0.7 Strict. Não se esqueça de trocar a senha dos usuários assim que se conectar a primeira vez! Outra dica legal é usar o switch do SBSettings e desligar SSH sempre que não for usar.

Agora copie de volta para seu iPhone o arquivo de texto que geramos antes. É possível que ele já exista em /var/mobile, reza a lenda que o iTunes faria backup dele, eu não tenho certeza, aqui não foi.

Rode, como root:

dpkg –set-selections < apps.txt

Novamente, atente para os dois traços e que o wakka agora aponta para o outro lado.

Na seqüência, rode:

apt-get dselect-upgrade

Se você tiver algum repositório extra a adicionar no Cydia, pode fazer isso a qualquer momento e rodar novamente estes dois últimos comandos.

 

A maioria dos apps guardou suas configurações em algum lugar que o iTunes faz backup, então foi só rodar estes comandos e meu iPhone estava praticamente igual a antes do restore. As únicas excessões foram o Activator, que não guardou nada, e o SBSettings, que se esqueceu da ordem dos toggles, mas não do tema.

RT manual no Twitter for Mac

Hack bem fácil:

Abra o terminal e digite

defaults write com.twitter.twitter-mac DebugMode -bool true

Feche o Twitter.app e abra de novo. Vá até a janela de preferências e o menu secreto estará disponível.

SuperSecret

SuperSecret

Mude a Quote Syntax para

RT @{USERNAME}: {TEXT}

E quando você selecionar “Quote Tweet”, em vez do comportamento antigo (aquelas aspas feias), você verá automaticamente o RT oldschool, aquele RT maroto, descompromissado, RT arte.

Baranga

Baranga

EDIT: Foi tão na correria que nem vi que tava faltando a @.

Notificações bonitas no iPhone

Quando o iPhone foi lançado, não havia parâmetros de comparação. Tudo era lindo e maravilhoso, mas lá se vão quatro gerações do aparelho (e do sistema operacional), e algumas coisas ficaram paradas no tempo. O sistema de notificações, por exemplo, é feio, intrusivo e ineficiente. O Android faz muito melhor, por exemplo.

AndroidAndroid

Android

[Obrigado @TangoGV pelas screenshots]

 

Felizmente, com jailbreak isto pode ser resolvido. O meu ficou assim:

Lista de notificações

Lista de notificações

Pop-Up

Pop-Up

Lockscreen

Lockscreen com Pop-Up

Esta mágica toda acontece com a ajuda de 3 programinhas, disponíveis somente (obviamente) no Cydia:

O LockInfo é responsável pela lockscreen bonita aí, onde pode ser visto um relógio com previsão do tempo (parcialmente encoberto pelo pop-up, pardon the pun). Também mostra meu calendário, uma lista de notificações (que fica encolhida por padrão, pode ser desativada, mas ainda estou pensando se fa-lo-ei), meus emails, chamadas perdidas e SMSs. Ele também funciona com o iPhone desbloqueado, com um Swipe para baixo a partir da barra superior, configurado pelo Activator.

Custa 8 dólares no Cydia e é a melhor dentre as alternativas (que incluem o horrososo Cydget e o absurdamente instável IntelliScreen)

O OpenNotifier aproveita toda aquela área ao lado do relógio (onde ícones do sistema como rotation lock e alarme já ficam) e adiciona ícones customizáveis para os apps que você quiser. A versão do Android pode ser vista na primeira screenshot, e no iPhone na segunda e terceira.

É totalmente free e open-source, e o Cydia conta com uma centena de pacotes de ícones para você escolher para cada App. Ele cria uma página no Config.app onde é possível definir qual app mostrará qual ícone.

Por fim, temos o Notified Pro, que é a estrela deste time. Ele custa 3 dólares no Cydia e, por padrão, te dá a lista de notificações que pode ser vista na primeira screenshot do iPhone. Aconselho a configurar o Activator para trazer a lista de notificações com um Double-Tap na barra superior. Instale também o Notified Add-On que te dá mais opções de notificações e configure, dentro dele, para bloquear todos os pop-ups.

Sozinho ele não é muito atraente, o que faz ele brilhar é a interface GRiP. Grátis no Cydia, te dá os Pop-Ups bonitos que podem ser vistos na segunda e na terceira screenshots, bem como a barra inferior. GRiP significa Growl for iPhone, e se você tem um Mac já viu a semelhança. Configure ele para ter cantos arredondados e ele ficará bonitão como a screenshot (:

A barra inferior dele é uma mão na roda, pois te permite circular por páginas de notificações (caso receba muitas, de muitos apps diferentes), marcar a página como lida ou marcar todas como lidas.

A menos que você tenha um iPad, recomendo desligar as opções Rotation e Rotate on Lockscreen, ou você ficará com coisas lindas como isso:

Bug feio

Bug Feio

Qualquer dúvida ou sugestão, dê um grito aí nos comentários.

Metasploit com rubygems 1.5

O rubygems 1.5 foi lançado há quase um mês, e, junto com novas features, ele quebrou várias coisas, entre elas o Metasploit.

Tentar iniciar o msfconsole solta um belo

Encoding::UndefinedConversionError

Como pode ser visto neste bug.

Por sorte, há um fix bem fácil.

Primeiro, encontre todos os arquivos no seu rubygems que carregam outros arquivos com UTF:

grep -ri ‘File.read.*utf’ ~/.rvm/rubies/ruby-1.9.2-p136/lib/ruby

Atente para o fato de que ruby-1.9.2-p136 pode mudar, dependendo do teu sistema e da versão do ruby que você instalar. Se você não usa rvm, aí não faço idéia de onde você encontra.

Aqui a pesquisa retornou dois arquivos (além de vários de gems como o Nokogiri e o builder, mas as linhas não eram exatamente o que procurava):

~/.rvm/rubies/ruby-1.9.2-p136/lib/ruby/1.9.1/rubygems/source_index.rb

~/.rvm/rubies/ruby-1.9.2-p136/lib/ruby/site_ruby/1.9.1/rubygems/specification.rb

Caso haja outros arquivos, aconselho editar primeiro esses dois, testar, e então modificar os outros, caso o problema persista.

Nesses dois arquivos, procure a linha que diz

File.read file, :encoding => “UTF-8″

Ela deve estar em um bloco if-else. Você pode remover todo o bloco, deixando somente a linha

File.read file

Ou editar a primeira linha e remover da vírgula até o fim, tanto faz.

Após editar estes dois arquivos, o metasploit deverá carregar corretamente.

Testei isso tanto no Fedora 14 quanto no Snow Leopard 10.6.6 e funcionou. Qualquer coisa deixe um comentário.

Metasploit + PostgreSQL 9.0 no Snow Leopard

Depois de muito pesquisar, consegui achar a solução mais elegante para instalar o Metasploit com PostgreSQL no Snow Leopard sem muitas gambiarras, então fica o guia pros amigos que quiserem fazer o mesmo.

Vamos por partes. Você vai precisar do git já instalado, para começar. Acredito que ele venha por padrão com o Snow Leopard, mas se não tiver, baixe em http://git-scm.com/download e instale.
Também é necessário ter a versão mais recente da tollchain da Apple (XCode et al). Baixe em http://devworld.apple.com/technologies/tools/.

Também é importante desisntalar o fink e o macports, caso tenha eles instalados, bem como tudo instalado por eles. Não se preocupe, depois você pode instalar tudo denovo com o Homebrew.

Agora vamos começar com o rvm.

rvm, Ruby Version Manager, é exatamente isso. Ele te permite instalar mais de uma versão do ruby no seu computador, sem gambiarras, limitado a uma espécie de sandbox fácil de ser removida, além de facilitar a troca de versões.

bash < <( curl http://rvm.beginrescueend.com/releases/rvm-install-head )

Siga as instruções do instalador, depende da shell que você usa (eu uso zsh).

Agora instale os pacotes para o ruby com o rvm:

rvm package install readline
rvm package install iconv
rvm package install zlib
rvm package install openssl

Agora instale o ruby-1.9.2-p0, que é atualmente a melhor versão para rodar o Metasploit.

rvm install 1.9.2 -C --with-readline-dir=$HOME/.rvm/usr --with-iconv-dir=$HOME/.rvm/usr --with-zlib-dir=$HOME/.rvm/usr --with-openssl-dir=$HOME/.rvm/usr

Espere terminar, deve demorar um bocado, dependendo do teu sistema.
Agora vamos usar o 1.9.2 como default.

rvm 1.9.2 --default

Caso você deseje voltar para o ruby que veio com o sistema,

rvm system

o –default é opcional e torna ele o ruby padrão para novas shells.
Vamos ficar com o 1.9.2 agora.

Vale lembrar que com o rvm você não usa sudo em momento algum.

Agora vamos instalar o homebrew.
O Homebrew é um gerenciador de pacotes para o OSX que se integra lindamente ao sistema e usa a toolchain da Apple para compilar os programas, ao invés de instalar tudo do zero e fazer uma bagunça, como o macports ou o fink.

ruby -e "$(curl -fsS http://gist.github.com/raw/323731/install_homebrew.rb)"

Pronto, Homebrew instalado. Fácil, não?

Agora instalemos o PostgreSQL 9.0.

brew install postgresql

Podia ser mais fácil? Acho que não. Ele deve instalar o readline como dependência, mesmo você tendo instalado com o rvm. Não tem problema, é assim mesmo. Deste jeito temos certeza de que não há conflitos entre os headers por causa de patches de um gerenciador ou o outro.
Vá lá buscar um café porque isso demora um bocado também, ele vai compilar todo o Postgres.

Terminado isso, o homebrew já cria um superuser no PostgreSQL para ti, com o teu nome de usuário atual e senha.

Agora, criar um usuário pro Metasploit.

createuser msf_user -P

Dê uma senha para o usuário e responda não para as três perguntas.

Crie um banco de dados:

createdb --owner=msf_user msf_database

Pronto, agora vamos instalar o Metasploit.

Primeiro, a gem do Postgre.

gem install pg

Sem sudo!

Vá até www.metasploit.com/framework/download/ e baixe o tarball mais recente (o arquivo .tar.bz2)

Descompacte o arquivo e mova ele para /opt:

tar xvjf framework-3.4.1.tar.bz2
sudo mv msf3 /opt/metasploit

sudo chown -R $USER:$USER /opt/metasploit
sudo ln -sf /opt/metasploit/msf* /usr/local/bin/

Criemos um script para atualizar o metasploit pelo svn.
Com o seu editor favorito (vim, por favor) crie /usr/local/bin/msfupdate

#!/bin/sh
/usr/bin/svn update /opt/metasploit

Dê permissão de execução para o arquivo

sudo chmod 777 /usr/local/bin/msfupdate

Rode msfupdate para atualizar o framework e rode msfconsole para iniciar o metasploit.

msf> db_driver postgresql
msf> db_connect msf_user:[senha]@127.0.0.1:5432/msf_database
msf> db_hosts

Agora edite seu ~/.msf3/msfconsole.rc para iniciar a db automaticamente cada vez que você iniciar o metasploit.

db_driver postgresql
db_connect msf_user:[senha]@127.0.0.1:5432/msf_database
db_workspace -a MyProject

Rode o msfconsole mais uma vez para ter certeza de que tudo funcionou e seja feliz.

sudo bang bang

É triste, mas até meus professores na faculdade pronunciam errado, então vai um guiazinho rápido de como ler os comandos do Unix.

sudo !!sudo bang bang (“!!” repete o último comando da shell)

ls -las - éle-ésse tack las ou éle-ésse menos las

#! - shebang

$ - bling

%bond (é os dois zeros em cima do 7, get it?)

&amper ou ampersand

<wakka (é o som que o pacman faz)

*splat (star para as meninas)

?hook

[Fonte: documento do Eric Raymond]

Pronto, agora vocês são ligeiramente mais cultos.

Por que eu parei de ler Marvel

WHAT THE FUCK?

Por décadas, Darken, filho do Wolverine, ficou escondido nas sombras do Universo Marvel, metodicamente tramando como dominaria o mundo que o cerca. E agora, com a alma de seu pai na balança, a hora chegou. Isto é o começo.

Não, sério?

[Via]

 
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