28th October 2008

Japinhas enfiando o dedo no buraco

Os japoneses vivem nos surpreendendo com inovações tecnológicas na área dos videogames. Tecnologias fantásticas como o Wii e o PS3 saíram do japão. Mas de lá também saiu o tentacle porn (não pesquise no google. Sério. Não venha dizer que não avisei!).
Esse jogo (sim, era para ser um jogo) não é um exemplo de bom uso da tecnologia. O conceito é simples, mas muito bizarro, e até ligeiramente perturbante: você enfia o dedo no buraquinho na lateral do videogame, e uma versão eletrônica dele aparece na tela. A partir daí você pode fazer todo o tipo de coisas divertidas, como… Uhnm… Ver uma versão eletrônica do teu dedo dar petelecos num tamagochi?

Deve ser sinal do fim dos tempos. Ou do excesso de tempo de alguns engenheiros.

Via Geekologie.

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23rd October 2008

Top 6 Ringtones Mais Irritantes

É incrível pensar que há uns 10 anos quase ninguém tinha celular, e hoje em dia, infelizmente, ninguém mais vive sem um. Até mesmo as octagenárias das minhas avós têm os seus, mostram fotos de seus netos e bisnetos para as amigas na telinha dos cebolares e escolhem seu ringtone favorito.
Infeliz mesmo é que as pessoas têm péssimos gostos musicais, e gostam de mostrá-lo por aí com o seu ringtone (no ônibus, no meio da aula…).
Mas têm algumas categorias que são especialmente irritantes, despertam no teu ser aquela besta destruidora de eletrônicos que mora bem escondidinha lá em todos nós.

6) Qualquer coisa monofônica
Quando os primeiros celulares com suporte a ringtones apareceram por aí, os ringtones monofônicos ficaram muito populares. Uma seqüência de bips e clicks que as pessoas insistiam em dizer que era uma música do CPM22 (e desde quando eles fazem música?) tomava conta dos lugares públicos. Em época de natal era sempre a mesma coisa, metade da torcida do internacional (porque os gremistas têm bom senso) usava Jinggle Bells ou We Wish You a Merry Christmas como toque. Na época era legal, mas hoje em dia os infelizes proprietários de cebolares dessa geração maldita continuam a infestar a paciência dos usuários de transporte público e os freqüentadores de restaurantes de gosto dúbio com seus malditos pirilim-pirilim-pirilins.

5) Heavy Metal
Não me entenda errado, eu gosto de metal, embora seja um tanto seletivo com o gênero. O problema reside no fato de que a maioria dos celulares têm péssimas caixas de som, que distorcem o som a níveis nojentos, estragando músicas que, do contrário, seriam quase que obras de arte. Heavy metal é por definição um gênero de música intrincado e pesado, com graves destacados, algo que uma caixinha de som de alguns milímetros nunca vai conseguir reproduzir com qualidade suficiente.

4) Crazy Tunes
No início até era engraçado, já que era novidade. Mas agora dá vontade de dar com o celular do desgraçado em sua cabeça de osso para sopa quando, no meio da aula, você ouve “Tem probre ligando pra mim” (em ritmo de Chamada a Cobrar) ou “atendeatendeatendeatendeatendeatendeatendeatendeatende“. Me impressiona mais ainda que ainda apareçam novidades nesse ramo. Sério, quem é o desocupado que fica gravando essas merdas? Tenho pena da mãe dele.

3) Música do momento
Rihanna, Katy Perry, RBD, a mais nova da Britney Spears, Miley Cyrus, tudo na mesma. A maioria dessas músicas já é bem irritante por natureza, e é ruim o suficiente ligar o rádio (ou chegar num lugar que esteja com o rádio ligado) e ouvir essas porcarias, então ninguém precisa ficar ouvindo isso no meio da bloody aula. Sério, “Under my umbrella - ella - ella” às 9 da manhã numa aula de Cálculo tira qualquer pessoa normal do sério. Alguém anormal como eu, então…

2) Funk
Okay, funk é ruim de qualquer jeito, mas aquelas patricinhas metidinhas já dão nojo assim que abrem a boca (de boca fechada são, em sua grande marioria, bem encaráveis), vê-las falando no celular é deprimente, “Ai, miga, sei lá, u Dieguinhu naum mi dá mais boooola! Tô deprê.“. Se a cena começa com “ADO! A-ADO! CADA UM NO SEU QUADRADO!“, a broxada é garantida.

1) Zumbi Tone
Sério. EU AINDA MATO UM FILHADUMAPULSTA QUE USA ESSE TOQUE. Não tiveste a infelicidade de ouví-lo ainda? Se você tem menos de 21, ou um ouvido sensível de qualquer jeito, ainda é possível. Este toque é simplesmente um apito contínuo numa freqüência muito alta, o que impede aqueles que já têm sua formação óssea auricular completa de ouvir, e enlouquece os demais. Sabe aquele som que não é bem um som, como o de uma TV ligada no outro cômodo, no canal A/V? É parecido, mas muito mais irritante. Só tocar perto de um cachorro para entender.

E vocês, o que usam como toque?
Eu uso Cake - Short Skirt, Long Jacket para chamadas e Massive Attack - Teardrop para mensagem. Um doce para quem acertar a relação dessas duas músicas.

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17th August 2008

Fã é bicho chato mesmo

Há alguns meses eu fui ver Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal no fim-de-semana de estréia. Simplesmente adorei o filme, tudo do velho Indiana Jones estava lá. Claro que não era Os Caçadores da Arca Perdida 2.0, mas ficou pau-a-pau com A Última Cruzada. Baita filmão, valeu cada centavo.

Aí, por um acaso, passo por um review do filme. Os críticos (que são, lembrem-se, nada mais que cineastas frustrados) odiaram o filme do fundo do coração adiposo deles. “Decepcionante” era uma palavra que eu via em todos os reviews.

Ontem, então, eu fui ver Clone Wars. Outro filme fantástico, mas, dessa vez, devem ser mantidas as devidas proporções. Ele é o piloto de uma série de TV, e é uma animação, logo, não deve ser comparado aos outros filmes. É um filme mais leve no quesito dilemas morais, muito mais bem-humorado, e com um estilo próprio.

Novamente, os críticos e fãs atacaram fervorosamente o filme. A maioria disse odiar o estilo visual, o que é no mínimo estranho, já que é parecidíssimo com o estilo da série animada Clone Wars, e esta fez um sucesso tremendo, como apontou o Cardoso.

Meu conceito de fã deve ser diferente do senso comum, aliás. Para mim, fã é aquele que adora o trabalho de uma banda, uma série, um filme, e não aquele que odeia fervorosamente cada novidade de seu objeto de idolatria. Eu entendo perfeitamente porque os críticos odiaram o filme. Esse é o trabalho deles, aparentemente. Eles devem adorar filmes independentes, feios à base de maconha e cachaça, e odiar a mainstream. Se um filme que eles viram quando crianças (quando ainda não eram burros suficiente para odiá-lo só porque todo mundo adorava) é refeito, ganha uma seqüência ou uma preqüência, um spin-off, mesmo que igualmente bom ou melhor, eles devem odiá-lo com todas as forças. É assim que eles ganham dinheiro. Ninguém lê uma crítica de cinema, por sinal, para ouvir a opinião da massa.

Eu me considero um fã de ambas as séries, e não digo fã incondicional por considerar isso redundante. Eis a diferença: eu não sou fã de Matrix. Sou fã do primeiro Matrix.

Ninguém deveria se dizer fã de Star Wars, Indiana Jones ou RBD que seja no momento que diz sinceramente que odeia uma parte.

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10th August 2008

Como enganar o bafômetro

Não adianta chorar, a lei seca (nº 11.705) está aí. E não é necessário ser um advogado para descobrir que beber e dirigir vai dar cana (Han? Han? Entendeu o trocadilho? Beber. Cana!).

Obviamente há sempre aqueles que tentam, para o bem maior, dar um jeitinho brasileiro. Nesse caso, burlar o bafômetro.

Está rolando por aí um email, e um bando de blogs de quinta estão divulgando também, uma receita milagrosa para enganar o bafômetro. Dizem eles que se você não estiver totalmente acabado, e sair chupando gelo o bafômetro vai acusar menos de 0,2, e você se escapará (ou poderá alegar um bombom de licor, usar a boa e velha engenharia social. “O dotô disse que isso podia acontecê” e afins).

Reza a lenda que o gelo liberaria hidrogênio na sua boca, o que anularia a reação. O que quem escreveu essa pérola não sabe é que o gelo não libera hidrogênio. Qualquer um que tenha ido a duas aulas de química sabe disso, ou senão veríamos todos os dias no jornal a notícia de que um chupador de gelo acendeu um cigarro e explodiu…

MYDC0463 + I hate cigarettes, but it's so good. :) = KABOOM

Eu nem me impressiono mais que as pessoas caiam nessas coisas. A população, no geral, não pensa, e mistifica a ciência, acreditando em qualquer babuseira, como a história de que o LHC vai destruir o mundo, que meu xará do PortalCab tão bem desmentiu.

Claro que nenhuma dessas pessoas pensou na hipótese de quebrar a acidez do bafômetro com Hidróxido de Magnésio (vulgo Leite de Magnésio) e adicionar potássio (vulga banana) à mistura.*

*(Não, isso não é sério, mas vai ter um monte de salsas acreditando e tendo uma grande diarréia depois da próxima festa.)

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12th July 2008

Isso foi obra de um arquiteto, só pode

Porque engenheiros não fariam uma coisa dessas.

Aliás, dizem que arquitetos são aqueles que não foram afetados o suficiente para serem designers, nem homem o suficiente para serem engenheiros.

Banheiro

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8th July 2008

Ahhh, essas chinesas…

Mais uma da série “Ah, a ironia…”

Gre-Nal

Gre-Nal

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30th June 2008

Bichinhos de pelúcia para Nerds

Que ursinhos carinhosos que nada. Presente para namorada nerd é isso:

Pelúcias Subatômicas

Coleção completa aqui.

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16th June 2008

Não, a tua faca não é letal o suficiente. ESSA é.

Facas são armas legais. Discretas, silenciosas e divertidas. Adoro a sutilidade ninja das armas brancas. Toda aquela arte de manipular a faca com beleza e elegância que só os orientais parecem ter.

Claro que, daí, vem uma empresa americana e faz isso:

Faca

A Wasp não é uma faca normal. Quando o esfaqueante esfaqueia o esfaqueado, a faca injeta ar comprimido, com a massa próxima a de uma bola de basquete, a cerca de 850psi (libras por polegada quadrada). Como nos lembramos lá do ensino médio, a descompressão dos gases resfria o meio (por isso que peidos são geladinhos). E tem muito gás ali para ser liberado, o que garante o congelamento quase instantâneo dos tecidos dos arredores do ferimento, evitando o sangramento. Especialmente útil se você gosta de caçar tubarões em alto mar.

No mais, eu quero uma.

Site dos maníacos do fabricante.

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13th June 2008

Dança do quadrado na cabeça? Estude matemática!

Não, isso não é mais uma afirmação arrogante sobre “pessoas inteligentes não ouvem funk”. Até porque Murphy impera, e invariavelmente, um dia, você vai entrar no bar (ou na sinuca do DA da sua faculdade) e vai estar tocando o Créu ou a Dança do Quadrado. Ninguém lá dentro gosta daquilo, exceto aquela única guria do Direito que está lá, mas todo mundo perdoa a música para assitir ela rebolar.

De qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde, uma música vai ficar na cabeça, e, de preferência, a mais irritante. Além do Quadrado e do Créu, exemplos bons são “O Diário de Daniela”, “se a gripe te pegou logo ali na esquina, tome logo, tome logo, tome logo uma Coristina” ou ainda “Tremendo Vacilão”. É ouvir as primeiras notas e créééu, tá na cabeça. Na verdade, só de se lembrar delas, muitas vezes, isso acontece.

Isso é devido a um bug no nosso córtex auditivo, que deveria guardar a música para lembrança posterior, mas muitas vezes libera a memória incontrolavelmente.

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photo credit: hlkljgk

Quadrado. Cada um no seu.

Há duas soluções para este problema. Um é ouvir toda a música, mas essa normalmente é uma má opção, já que ninguém merece ouvir Tremendo Vacilão (Okay, acho que o Faustão merece). A outra é estudar matemática.

Embora isso possa ser considerado tortura maior para alguns seres bizarros (e todo mundo menos os engenheiros devem se incluir nesse grupo), isso deve tomar tanto poder de concentração que irá fazer o teu precioso córtex auditivo desligar o repeat do playback.

Então, lembrem-se, crianças, “Você é um tremendo vacilão, esqueceu de tirar dx/dt. Créééu!“.

[Fonte: Wired]

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12th June 2008

Mesa portátil, em papelão

Designers, arquitetos e publicitários (malz ae, Arthur, mas é a vida), são bichos tristes. Se preocupam com a beleza e a originalidade, mas nunca com a funcionalidade.

Veja, por exemplo, essa mesa:

Mesa de papelão

Feita por um designer islandês, cujo nome quem conseguir pronunciar ganha um doce (Liborius Reykjavík), é totalmente de papelão, e foi feita para ser desmontada e remontada repetidas vezes.

É um tanto elaborada, tem até gavetas, o que é paradoxal, já que o propósito dela é ser desmontada.

Eles juram com as quatro patas juntas que é para todos os profissionais e estudantes que não querem ter que ficar procurando uma mesa para trabalhar em todo o lugar que vão. Mas acho que ninguém pensou no tempo que se gasta pra montar uma merda dessas.

Via BoingBoing.

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