Milícia Boiola da França quer impedir o uso de WiFi
WiFi é o novo café. A cada dia vai aparecer uma pesquisa que contradiz a do dia anterior, sobre o males (ou benefícios) trazidos por ela.
E, para começar a onda, foi, claro, uma biba francesa. O afeminado funcionário da Biblioteca de Sainte-Geneviève, em Paris, pediu que se desligassem imediatamente as redes wireless do local, visto que ele estava apresentando “violentos sintomas de mal-estar”, o que pra mim se traduz em “caganeira”. E o infeliz teve seu pedido atendido.
Vamos verificar os fatos: Nós estamos expostos a radiofreqüências desde que nascemos. Essa figura aí de cima não deve ser muito mais velho que eu (ou então é um fracassado, por ter mais de 20 e ainda ser funcionário de uma biblioteca), logo, viveu praticamente sua vida todadebaixo de sinais de celular, que variam de 450 a 2300MHz. A Wireless funciona a cerca de 2400MHz, não muito longe de outras tantas freqüências cotidianas. Além disso, há o rádio, a TV, etc. E ninguém nunca reclamou de “alergia à televisão” (embora eu tenha ânsias de vômito toda a vez que vejo Malhação). Porque raios alguém deveria ter problemas com a WiFi? Eu digo: frescura de francês.
[Via Folha Online, Fark e Engadget]
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Minha descendência (ou indecência) francesa me fez ficar com vergonha agora
Boiolice total isso, pqp.