Jaqueta Não-Me-Toque

Man, paranóia tem limites. Mas mesmo assim, eu queria uma dessas:

Jaqueta

Segundo a fabricante, a No-Contact Jacket é uma vestimenta que quando ativada, libera 80 mil volts a uma baixa amperagem (logo, não mata) e em pulsos, como uma cerca elétrica, por todo o exterior da jaqueta.

Se ela fosse verde, eu diria que foi feita pelo Blanka.

Acompanha um carrinho de mão para carregar a bateria.

Capa estranha para um álbum de música clássica…

Capa Estranha
The planets é música clássica, do compositor Britânico Gustav Holst, e é do início do século 20.
A capa deve ter saído de algum filme do Cinema em Casa.

Homebrew no PS3? Hello, World!

Meu PS3 é um dos meus brinquedinhos favoritos. E mais caros também. Não só o console, que como é um dos modelos antigos, de 60GB, custou quase o dobro do que custa um agora, mas os jogos. Comprar um jogo no Brasil é complicado… Numa importadora, um jogo sai por uns bons 300 reais, daí o negócio é comprar um jogo a cada 6 meses, e ter certeza de terminar ele bem terminadinho.

O PS3 parece ser também um sistema bem seguro. Desde o seu lançamento, há mais de um ano, as pessoas vêm tentando hackear ele, rodar código não assinado, vulgo homebrew. Nem tanto pela pirataria, mas pela possibilidade de se programar para outra plataforma.

Claro que dá para rodar Linux no PS3 e rodar os teus próprios programas lá, mas simplesmente não é a mesma coisa. Poder rodar código nativo no PS3 é o céu para qualquer hacker.

Aparentemente um tal de dragula96 (ele devia estar gripado quando foi digitar o seu nick, ao invés de drácula, saiu dragula) afirma ter conseguido rodar um programa prova-de-conceito em mais de um PS3, desses que se pode comprar nas lojas. Isso porque para os dev-kits já tem gente fazendo mais coisa.

Ele não liberou como fez, ou o código ainda, mas prometeu fazê-lo em breve. Como ele já é relativamente famoso na cena do PSP, estou acreditando ele.

Segue o videozito que ele fez. Reparem nas fitas pra cobrir o MAC e o IP:

Novo eeePC com trackpad multi-touch

Esqueçam todos os rumores que já ouviram sobre o eeePC 900. Nada de GPS ou tela touch, segundo as especificações da FCC (equivalente americana da ANATEL, mas um pouco mais chata), mas um Trackpad Multi-touch, que nem o do MacBook Air e do MacBook Pro.

Isso mesmo: Dois dedos pro zoom, três pra rolar. E é só isso que a página do manual disponível na página da FCC nos mostra.

Aqui ela:

Manual

As especificações aparentemente serão as mesmas que já tínhamos ouvido antes: Tela de 8.9 polegadas a 1024×600, 1GB de RAM e até 12GB de disco SSD.

E pra aqueles que acham que o trackpad vai dar zica com a patente da Apple, vejam bem que ele tem dois botões.

Um terço deles virá com Linux, e os outros dois terços virá com windows, pelo que se fala.

O maior notebook brasileiro

O mercado brasileiro de notebooks cresceu muito nos últimos anos. Bons notes têm aparecido por aqui, com preço e condições de pagamento saudáveis pro bolso do consumidor.

Tem várias empresas gringas lançando notes no Brasil, como a HP/Compaq, a Toshiba e a Apple, mas também há um número de empresas brasileiras que produzem notes, entre elas a Postivio e a Amazon PC.

Essa última lançou o que eles estão chamado de “O Notebook mais rápido do mundo”. Não exatamente o, mas certamente um dos. E provavelmente um dos mais pesados também.

Amazon Gamer
[Baita máquina. E bem bonita, pelo visto]

O Amazon Gamer é um desktop replacement, categoria de notebooks voltados para aplicações pesadas, como jogos ou edição de vídeo. Ele conta com um processador Core 2 Duo T9300 2.5 GHz com 6MB de cache L2, 4GB de DDr2 @ 667MHz, e a cavalística GeForce 8700 MGT de 512MB DDR3. Também vem com um disco de 200GB SATA2 a 7200 rotações, uma placa de rede gigabit e wireless ABGN da intel.

Como se isso tudo não bastasse, ele vem com leitor biométrico, bluetooth, gravador de DVD,  webcam de 2MP, leitor de cartões e um joystick. Vem de brinde uma mochila e uma cópia do Need For Speed Pro Street, que deve rodar lindamente numa máquina dessas

As conexões também são boas: 4 USBs 2.0, uma Firewire, uma saída DVI e uma SP/DIF. A tela é de 17 polegadas, a 1680×1050, o que talvez fique meio ruim para ler muito, mas é lindo para ver filmes.

Ele pesa ao todo quase 4 quilos, e é um monstrengão. Eu não chamaria ele de portátil, é simplesmente horrível carregar uma coisa dessas pra lá e pra cá. Mas se você não tem que ficar levando ele nas costas, quer um PC para lan-parties, é nerd suficiente para freqüentá-las e ainda por cima tem oito mil reais pra gastar em um notebook, vai firme. É uma ótima máquina.

Só não tenho informação na duração da bateria. Eu chuto uma hora no máximo…

O pior do transporte público é o público

Eu estudo na PUC, em Porto Alegre, mas moro na região metropolitana. Isso significa que todos os dias eu pego um trem e um ônibus para ir, um ônibus e um trem para voltar. Dá uma hora e meia de viagem de ida, e outro tanto na volta. Tem que gostar muito da faculdade pra se submeter a isso.

O transporte público tem se mostrado estranhamente eficiente. Tanto o trem quanto os ônibus são pontuais o suficiente.

Mas não adianta. O povão é que me dá nos nervos. E nem é tão povão assim, tem uns tios engravatados e outros estudantes universitários tanto no trem quanto no ônibus.

As pessoas nunca conseguem entender que outras podem estar com pressa. Começa na escada: já é apertada, mal cabe uma pessoa ao lado da outra. Ao invés do infeliz deixar espaço pra alguém passar, ele pára no meio do degrau, e coloca um braço entre cada corrimão. Afinal, aquele trem que está parado vai pro outro lado.

Depois vem a hora de entrar no trem. As pessoas se acotovelam para entrar primeiro. Até faz sentido, levando em conta o que os outros fazem para se sentar. Ontem mesmo eu fui me sentar num dos poucos bancos vazios do trem (já que uma hora da minha viagem é nele) e uma infeliz se enfiou entre mim e o banco, quando minha bunda estava na metade do caminho já pro banco.

Depois tem a escada denovo, dessa vez pra sair. Todo mundo corre até a escada para ou parar na rolante ou descer beeeem de vagarzinho a não-rolante. Depois correm pras catracas pra parar na frente de uma e decidir se passam ou não.

Crash!
Creative Commons License photo credit: Mike Schmid

E aí vem o ônibus. Ele sai de 6 em 6 minutos da estação, normalmente. As pessoas já não se acotovelam tanto por falta de espaço mesmo, mas se amontoam perto da catraca.

Pra quem não é de Porto Alegre, vale uma explicação aqui: Esse ano foi implantado um sistema nos ônibus para dar desconto pros universitários. O estudante vai num lugar autorizado, paga uma taxa, comprova ser estudante e tira um cartão. Depois se compra créditos e recarrega o cartão. Ele funciona por RFID, então é só passar ele no leitor da catraca que o dinheiro é descontado do teu saldo, e a catraca destrava. É uma vantagem muito grande, visto que ao invés de 2,10 por passagem, nós estudantes pagamos 1,05, só meia.

Mas mesmo depois de 4 meses com o sistema funcionando, e pelo menos um mês que a frota toda foi equipada com os leitores, sempre tem um jaguara pra não conseguir usar o cartão. Coloca do lado errado, ou deixa muito longe, ou tira fora do tempo. E daí nós nos amontoamos do lado do motorista (aqui em Porto se entra pela frente agora).

Ou então deixam pra tirar o cartão / dinheiro de dentro da carteira, que está dentro do bolso interno da bolsa, abaixo de um livro de cálculo de 1800 páginas, e depois ainda guardam tudo antes de passar na catraca. E nós apertados do lado do motorista, que a essa altura já está na segunda parada.

Descer do ônibus é problemático também. Todo mundo parece querer descer ao mesmo tempo, e pisam no pé, empurram, se desesperam. Mas aí com razão, os motoristas nem sempre esperam todo mundo descer pra arrancar. Há umas semanas vi um coitado cair do ônibus porque ele arrancou enquanto ele estava só meio pra fora. Bonito mesmo foi ele dando bronca no motorista depois, e o povo todo botando pilha.

Nós precisamos não é de melhor transporte público (embora mais ônibus ajudassem, porque enfiar 100 pessoas num ônibus de 40 lugares é forçar), mas de conscientização do povo. Enquanto o povão for mal-educado do jeito que é, o transporte público vai ser sempre esse stress.

Um tapinha não dói. Mas se for no bolso…

Acho que todos temos a infelicidade de lembrar do início da popularização do Funk pelo Brasil. Pérolas como o Bonde do Tigrão, Poposuda e Eguinha Pocotó (sem trema mesmo) poluíam as ondas do rádio por toda a parte.

As letras eram obviamente de uma profundidade macarenística, mas quem se importa com a letra, não é mesmo?

TapinhaAparentemente, uma organização não-governamental (porque se fosse governamental seria desorganização) concluiu que a letra de “Um Tapinha Não Dói” “banaliza a violência e estimula a sociedade a inferiorizar a mulher”. É justo.

Por conta disso, a Furacão 2000 Produções Artísticas foi multada em quinhentos mil reais. O dinheiro será revertido para o Fundo Federal de Defesa aos Direitos. Poderiam ter aproveitado o embalo e construído uma outra delegacia da mulher ou um hospital para todas as mulheres que resolveram testar a teoria de que Um Tapinha Não Dói.

Aliás, deveriam mesmo era ter multado eles por propaganda enganosa. Desde quando funk é Produção Artística? Ou então meu conceito de arte está defasado…

[Via ZeroHora]

Finalmente bons fones bluetooth

Eu odeio fones bluetooth. Tenho nojo mesmo. Não a idéia deles, essa é fantástica. Odeio o design mesmo.
Eles são feios, grandalhões, anti-ergonômicos e tão pesados que parece que a tua orelha vai cair se ostentar um deles por muito tempo. Os estéreo, então, nem se fala.

Além do mais, qualquer um andando na rua com um trambolho de meio quilo em cada orelha parece, no mínimo, cômico.

Uma companhia japa, a Jabra, resolveu este problema. Os fones que eles recentemente lançaram têm um design muito mais utilizável: Uma army tag, dessas que a coca-cola andava distribuíndo faz um tempo, funciona como “base”, com os controles todos ali, e pode ficar discretamente escondida dentro da camisa. Ela tem um plug P3 P2 para fones de ouvido, esses de radinho de pía, dez real no camelô. Isso mesmo, de fones normais, coisa de gente normal, para bluetooth. Na verdade, o kit contém um par de earbuds que parecem bem bonitos, mas são intercambiáveis pelos seus fones prediletos.

Fones

O bichinho suporta Bluetooth 2.0+EDR, HSP, HFP, A2DP e AVRCP, ou seja, todos os padrões que se espera de um bom fone bluetooth.
O microfone dele, por sinal, fica na Tag, a uma distância saudável da boca do falante.

Esta belezinha sai por 125 dólares no Amazon.com ou por 46 no eBay.

Prism disponível no Ubuntu Hardy

Prism é uma tecnologia da Mozilla para executar aplicativos online como se fossem aplicativos desktop normais.
É uma tecnologia bem recente, e foi incluída na nova versão do ubuntu, a Hardy.

Há atualmente nove aplicativos usando esta tecnologia, todos instaláveis pelo apt-get. São eles:

  • prism-facebook
  • prism-google-analytics
  • prism-google-calendar
  • prism-google-docs
  • prism-google-groups
  • prism-google-mail
  • prism-google-reader
  • prism-google-talk
  • prism-twitter

prism
(Depois de instalado, o programa fica no menu como qualquer outro)

Existe também uma extensão para o firefox para transformar páginas em aplicativos Prism, mas eu não testei ainda. Quando testar eu posto um review aqui.
A promessa é de termoso Google Docs Offline em breve nos repositórios. Por enquanto, é só usar a extensão do firefox e criar você mesmo o seu pacote.

Código de barras pros mortos

Segundo a Wikipédia,

O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por cameras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.

tumuloE agora, um japa doidão (ou um empreendedor pra lá de visionário, só o tempo dirá), resolveu vender túmulos com esses tais códigos. Basta um celular e qualquer vivente pode ter informações sobre o defunto.
No mínimo curioso…

 
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