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O maior notebook brasileiro

O mercado brasileiro de notebooks cresceu muito nos últimos anos. Bons notes têm aparecido por aqui, com preço e condições de pagamento saudáveis pro bolso do consumidor.

Tem várias empresas gringas lançando notes no Brasil, como a HP/Compaq, a Toshiba e a Apple, mas também há um número de empresas brasileiras que produzem notes, entre elas a Postivio e a Amazon PC.

Essa última lançou o que eles estão chamado de “O Notebook mais rápido do mundo”. Não exatamente o, mas certamente um dos. E provavelmente um dos mais pesados também.

Amazon Gamer
[Baita máquina. E bem bonita, pelo visto]

O Amazon Gamer é um desktop replacement, categoria de notebooks voltados para aplicações pesadas, como jogos ou edição de vídeo. Ele conta com um processador Core 2 Duo T9300 2.5 GHz com 6MB de cache L2, 4GB de DDr2 @ 667MHz, e a cavalística GeForce 8700 MGT de 512MB DDR3. Também vem com um disco de 200GB SATA2 a 7200 rotações, uma placa de rede gigabit e wireless ABGN da intel.

Como se isso tudo não bastasse, ele vem com leitor biométrico, bluetooth, gravador de DVD,  webcam de 2MP, leitor de cartões e um joystick. Vem de brinde uma mochila e uma cópia do Need For Speed Pro Street, que deve rodar lindamente numa máquina dessas

As conexões também são boas: 4 USBs 2.0, uma Firewire, uma saída DVI e uma SP/DIF. A tela é de 17 polegadas, a 1680×1050, o que talvez fique meio ruim para ler muito, mas é lindo para ver filmes.

Ele pesa ao todo quase 4 quilos, e é um monstrengão. Eu não chamaria ele de portátil, é simplesmente horrível carregar uma coisa dessas pra lá e pra cá. Mas se você não tem que ficar levando ele nas costas, quer um PC para lan-parties, é nerd suficiente para freqüentá-las e ainda por cima tem oito mil reais pra gastar em um notebook, vai firme. É uma ótima máquina.

Só não tenho informação na duração da bateria. Eu chuto uma hora no máximo…

Finalmente bons fones bluetooth

Eu odeio fones bluetooth. Tenho nojo mesmo. Não a idéia deles, essa é fantástica. Odeio o design mesmo.
Eles são feios, grandalhões, anti-ergonômicos e tão pesados que parece que a tua orelha vai cair se ostentar um deles por muito tempo. Os estéreo, então, nem se fala.

Além do mais, qualquer um andando na rua com um trambolho de meio quilo em cada orelha parece, no mínimo, cômico.

Uma companhia japa, a Jabra, resolveu este problema. Os fones que eles recentemente lançaram têm um design muito mais utilizável: Uma army tag, dessas que a coca-cola andava distribuíndo faz um tempo, funciona como “base”, com os controles todos ali, e pode ficar discretamente escondida dentro da camisa. Ela tem um plug P3 P2 para fones de ouvido, esses de radinho de pía, dez real no camelô. Isso mesmo, de fones normais, coisa de gente normal, para bluetooth. Na verdade, o kit contém um par de earbuds que parecem bem bonitos, mas são intercambiáveis pelos seus fones prediletos.

Fones

O bichinho suporta Bluetooth 2.0+EDR, HSP, HFP, A2DP e AVRCP, ou seja, todos os padrões que se espera de um bom fone bluetooth.
O microfone dele, por sinal, fica na Tag, a uma distância saudável da boca do falante.

Esta belezinha sai por 125 dólares no Amazon.com ou por 46 no eBay.

Reinventando a roda

A Microsoft adora copiar criar novos conceitos.PnP
Todos sabem que o suporte Plug And Play no windows é capenga. Ele depende de drivers para absolutamente tudo, cada pendrive que você espeta, lá é um driver novo (muitas vezes igualzinho) a ser carregado pro sistema. O Vista já vem com 19 mil drivers, por causa disso.

Recentemente eles registraram uma patente inovadora pra resolver isso. Que tal, ao invés de usar drivers genéricos como os sistemas Unix, jogar a responsabilidade para as fabricantes de hardware e fazer com que elas incluam uma memória flash padrão em seus dispositivos contendo os drivers?

O Linux resolve o problema dos drivers com os genéricos, que funcionam bem para tudo, e só precisam ser carregados uma vez, não importa quantos dispositivos parecidos se tenha. Os mesmos drivers da nvidia funcionam com qualquer placa da série. Pen drives simplesmente usam o driver (ou melhor, módulo) de usb mass storage.

Ao invés, então, da Microsoft investir em algo assim para ela, é muito mais barato eles investirem em um padrão para os outros.

Acredito que seria uma idéia interessante se não houvessem outras soluções mais elegantes.
Claro que não há como tirar o máximo de um hardware com drivers genéricos. Os drivers da Nvidia que eu falei há pouco são atualizados com freqüência, justamente para suportar placas mais novas. Mas os drivers genéricos nv vão suportar qualquer placa nvidia, só o suficiente para poder pegar os drivers de algum lugar, seja a internet, ou um CD, mas suportam.

Já pen drives e afins não têm muito o que inovar em drivers. Um pen drive kingston, um xingling ou um psp e mass storage funcionam essencialmente do mesmo modo.

É a Microsoft reinventando a roda mais uma vez. E querem que ela seja quadrada, parece.

Nova microarquitetura da Intel: Agora Six-Core

O site betanews publicou um artigo falando da nova microarquitetura da Intel, que virá para substituir a atual Core, no fim do ano.
A nova microarquitetura conta com um cache L3 compartilhado de 16 megas, e a possibilidade de ter de dois a 8 cores num mesmo processador.
Mas a grande novidade mesmo é a capacidade de rodar simultaneamente duas threads por core (atualmente, com o hyperthreading, as threads são alternadas).

Outras novidades são a remoção do FSB (que a AMD já fez há tempo), podendo o processador se comunicar diretamente com as memórias, o que é mais eficiente em termos de energia e velocidade, e que os processadores serão fabricados a 45nm.

intel

Os quadcores agora também serão “four way”, ou seja, 4×4, cada core podendo se comunicar com qualquer outro (isso não acontece atualmente na linha Core 2).

Claro que esses processadores serão bem caros quando forem lançados, já que são processadores para intusiastas (a Intel vai atualizar a linha de proessadores Intanium para servidores também, agora com 30MB de cache L3), mas podemos esperar ver alguns computadores com esses processadores em nossas casas em pouco tempo. Eu sei que quero um. Ou mais.

FLAC no iPod

O iPod é um dos melhores players do mercado, sem dúvida, no quesito hardware. As versões de disco rígido têm um espaço generoso, uma ótima vida útil de bateria e uma saída de áudio fantástica. A interface também é muito prática e bonita, típico da Apple. Mas também típico da Apple é só suportar um conjunto limitadíssimo de codecs.
Eu tenho um iPod Video 60GB, Quinta Geração, e ele só toca MP3, AAC e ALAC. Tanto MP3 quanto ALAC são bons codecs, ALAC por sinal é um codec lossless, mas é proprietário e fechado, e isso é feio (©Stallman).

De qualquer jeito, eu precisava de suporte a FLAC no meu iPod porque recentemente tinha comprado o novo álbum do Nine Inch Nails (que é FODA). A solução seria hackear o iPod, é claro.

Há basicamente duas opções de firmwares alternativos aos iPods: iPodLinux e Rockbox.

iPodO iPodLinux é um projeto bem antigo e poderoso, é um port completo do uClinux pro iPod, com suporte inclusive a vídeo em MPEG para até mesmo os mais antigos iPods monocromáticos. Mas eu não queria vídeo, eu só queria mesmo música, então decidi pelo RockBox.

Instalar o rockbox é fácil. No site deles tem uma coleção de guias de como fazê-lo, tem instaladores automáticos inclusive, mas eu instalei na mão mesmo, só pela diversão.

Depois de instalado é só festa. Inclusive ele pode tanto ler a iTunesDB de um iPod (mas de maneira precária, eu não gostei), quanto simplesmente listar os diretórios (melhor, mas só se você souber se organizar). Daí para tocar FLAC é só jogar os arquivos em algum lugar do iPod que ele toca sem reclamar.

A duração da bateria tocando FLAC é menor, vale lembrar. Bem menor mesmo, coisa de 2 horas contra 16 de MP3 normal. Mas audiófilos não vão reclamar disso, a qualidade compensa, e muito.
Creative Commons License photo credit: Mandi Maebe

De volta, e de Fedora

Eu sei, faz uma eternidade que não posto nada aqui.
O fato é que eu tive problemas com meu HD, a instalação do ubuntu fudeu-se de uma maneira que nem o windows já fez para mim, e, após comprar um disco novo, estou de Fedora. E estou gostando!

Certo, sinto falta do synaptic principalmente. O Yumex até faz o serviço, mas é estranho. E os repositórios do YUM são lentos. MUITO lentos. Mas nada mortal.
Meu hardware funcionou legal, foi fácil instalar os drivers da nvidia, do repo Livna (e os do ubuntu nunca funcionaram nele para a minha 8800GTS).
Também faz falta aquele moooooonte de pacotes nos repositórios, e poder ver dependências, sugestões e recomendações antes mesmo de instalar os pacotes. Mas eu me acostumo…

O boot também é bem mais rápido e bonito que no ubuntu, e o sistema em si está mais estável e rápido. O wine (que eu uso por causa do DVD Shrink e do DVD Ripper) funciona maravilhosamente. Só falta testar a saída supervídeo da minha placa.

Agora vou instalar Fedora no meu note também.

 
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