22nd October 2008

Este blog continua vivo

Eu já cansei de ler em metablogs que não se faz esse tipo de post, mas eu devo uma satisfação aos meus leitores (ou àqueles que continuam assinando o feed mesmo depois de um mês de total displiscência minha).
O fato é que eu curso Engenharia de Computação, e (quem cursa sabe) isso é coisa de masoquista. No fim das contas, eu mal estava tendo tempo para dormir, que dirá postar no blog.
Mas a idéia é voltar, agora com tudo. Aguardem novidades, vou dar uma boa reformada por aqui.
Aproveite para me seguir no twitter, aliás, que lá eu estou sempre.
Por sinal, alguém sabe como adicionar tags aos posts no ScribeFire?

Agora vai!

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15th August 2008

Destruidor de CDs e DVDs

De vez em quando a gente cruza por algo que parece maravilhoso à primeira vista, mas logo em seguida, depois que o efeito wow passou, a gente tem certeza de que isso é uma bela porcaria.

Este é um lindo exemplo:

Estragador de Discos

Estragador de Discos

Aparentemente a idéia é boa. Você tem aquele DVD de putaria backups que deve ser destruído. Basta colocar nesse negócio, fazer o que o manual diz, e, pronto, seu DVD estará irrecuperavelmente riscado.

Por 15 dólares, não parece nada mau.

Até você se dar conta de que uma lixa faria o mesmo efeito, e custa centavos. Ou que seu microondas também pode atingir os mesmos resultados, mas de uma maneira muito mais bonita.


[Via Lifehacker]

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23rd June 2008

Que fonezinhos mais porcos, hein?

Eu tenho uma tara por áudio. Não só por música, mas gosto de toda a engenharia do áudio, de conseguir qualidade máxima, de fazer os cabos, de experimentar fones novos, brincar com as configurações dos codecs para conseguir a maior qualidade no menor arquivo.

Recentemente eu comprei um par de fones intrauriculares da Philips, por 64 reais no Mercadolivre. Bem bonzinhos, mas nada excepcional. Eles vieram para substituir meus antigos JBuds, cujo fio foi quebrado. Esses sim, de som excepcional, por cerca de 100 reais. Agora eles estão mais baratos, acho que vou comprar outro par.

E eu comprei também um par de Etymotic Research ER4, que são fones profissionais, e extremamente caros. Não chegaram ainda, mas dá para ter uma idéia do nível deles no site da fabricante. Quando eu recebê-los vou fazer um review detalhado.

Mas claro que nada disso se compara a esses fones:

Pigbuds

Quem se importa com qualidade sonora quando se tem um porco cor-de-rosa atravessando a cabeça? Além do mais, são só 12 dólares. No Japão, obviamente.

[Via Engadget]

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6th June 2008

Velharia Tecnológica Tocando Radiohead

Existe uma pequena rixa entre o Radiohead e o Nine Inch Nails. O primeiro lançou seu álbum na web, o outro seguiu o exemplo. Depois o NIN convocou os fãs para fazerem remixes e clipes de suas músicas, e o Radiohead gostou da idéia.

Muitos remixes feitos não era criativos, ainda que os vídeos fossem muito bons.

Obviamente sempre tem alguém com muita criatividade, talento, e, obviamente, tempo livre, para fazer algo fantástico.


Esse cara refez toda a música usando uma impressora Epson LX-81 matricial para bateria, um Sinclair ZX Spectrum 8-bit para as guitarras e um grupo de discos rígidos para a linha de vocal e efeitos.

Caso não conheça a música original, é essa aqui:


[Fonte: Gizmodo]

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12th May 2008

Como o Twitter pode destruir um blog

O Twitter pode ser uma ferramenta (?) fantástica para os blogueiros. Acompanhando as Twittadas dos outros blogueiros, dá para se ter uma idéia ótima do que rola atualmente na blogosfera, e tirar umas boas idéias para posts. Mas também dá para se auto-destruir com ele. Explico: Eu tenho muito mais facilidade e paciência para sintetizar uma idéia em 140 caracteres do que para espichar ela, explicar cada detalhe dela. Este post todo poderia ter sido reduzido, por exemplo, em “Nossa, 4 dias sem atualizar meu blog. Twitter ainda vai me deixar desempregado.” Pronto, 78 caracteres.

Explicar bem uma idéia, explorar cada detalhe dela, não é para qualquer um. Nem sintetizar tanto, diga-se de passagem, mas procurar cada parte de uma idéia que pode não ser compreendida de imediato por outras pessoas exige muita empatia, habilidade que eu não tenho. Eu preciso me utilizar de lógica para procurar isso, pensar de forma não linear, e isso é um esforço muito maior do que eliminar cada pedaço óbvio de uma idéia.

Óbvio… Algo sobre o que a minha mãe sempre me fala, por sinal, é que normalmente o que é óbvio para mim, não é para o resto do mundo. Seja por conhecimento prévio, seja por simples facilidade em entender o assunto, em utilizar pura dedução lógica.

Assunto blogueiro sempre tem, senão não mereceríamos o título. Gosto por escrever também, senão faríamos textos medíocres e não ganharíamos dinheiro com o que fazemos (não que seja uma profissão tão rentável, se comparar número de horas trabalhadas sobre lucro líquido). O que pesa mesmo é a lei do menor esforço. O esforço de esmiuçar um assunto, pensar nele até que ele se esgote, escrever sobre ele, ordenar o texto, revisar, achar vocabulário, formatar o post… Tudo isso é grande demais, tudo isso cansa. O que nos mantém blogando, muitas vezes, é pelo simples amor por emitir opinião, nos diferenciar da massa, mostrar que pensamos, que somos mais inteligentes que a maioria. O Twitter nos deixa fazer tudo isso, em 140 caracteres, mas a visibilidade não é a mesma. A importância não é a mesma. Ninguém vai ser lembrado como “Um dos maiores twitteiros do Brasil”, e ser lembrado é o que importa. Ser lembrado é o que nos motiva, é o que prova que a nossa opinião está sendo ouvida e discutida, que estamos fazendo algo, que servimos de exemplo (mesmo que seja um mau exemplo).

Em menos de um mês usando o twitter, eu notei que a produtividade do meu blog caiu drasticamente. Quantas idéias que joguei fora, que teriam dado ótimos posts, se não fosse pela comodidade que o Twitter nos dá. Então eu me comprometi a twittar menos e pensar bem antes de fazê-lo. Não dá para deixar a ferramente escravizar o criador [de conteúdo].

O Twitter tem vantagens demais para ser deixado de lado, porém. Ele é um ótimo meio de auto-promoção. Os textos são tão curtos que, antes de que seja possível se vale ou não a pena lê-lo, já é possível tê-lo lido. Daí para que as pessoas notem que vale a pena acompanhar o que tu dizes, é um passo.

Acompanhar gente inteligente também é ótimo, muitas vezes não é óbvio para nós que algo vale a pena ser comentado, que renderia um post, até vermos o dito assunto ser comentado por outras pessoas. Às vezes não é nada óbvio que a nossa opinião pode ser tão polêmica que um post mais completo sobre o assunto seria interessantíssimo.

Twitter é como beber vinho, recomendado para quem sabe o que está fazendo.

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