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Off to England

Vou passar as férias na europa, como todo blogueiro bem sucedido (cof! Cof!). Estou agendando uns posts, pra não deixar meus fieis leitores na mão, e ainda pretendo postar uma que outra foto de lá.

Aguardem novidades, e voltaremos com nossa programação normal em Agosto.

Áudio analógico em CDs

Quem me conhece sabe da minha audiofilia. Eu gosto de música, e gosto dela com qualidade. Recentemente descobri as maravilhas do áudio analógico, ligando por alguns momentos um toca-discos no mini system, e ele, por sua vez, no computador. Pena ele estar fora de centro, mas já tive uma boa idéia de como é.

Em compensação, é mais difícil achar LPs por aí. Aqui no Brasil, até onde eu sei, não se fabricam mais. Mas fora daqui ainda tem bastante gente que faça eles. Embora um mercado restrito, é um nicho importante. Audiófilos tendem a pagar tanto quanto podem por áudio em boa qualidade (exemplo: meus fones atuais custaram cerca de 70 dólares na época).

Claro que parte da graça do áudio analógico está fisicamente no bolachão, bem como a graça do áudio digital está no CD (porque, qualidade por qualidade, ALAC e FLAC te dão qualidade de CD, e ALAC toca em iPods). Mas dá para quebrar um galho com isto:

Viníl de Acrílico

Durante um festival na Inglaterra, tinha gente com máquinas-de-fazer-LPs (têm um nome melhor pra isso?) e estavam pegando seus antigos e inúteis CDs da AOL, UOL, Terra, SBT Online (lembram dele?), etc, e transformando em LPs.

A utilidade é duvidosa, não é como uma gravação de estúdio em um vinil, não é um vinil, um bolachão preto com uma capa maior que teu peito. Mas ainda assim é muito legal, e um ótimo meio de reciclar CDs velhos e inúteis (e dá pra gravar dos dois lados!).

Pelos meus cálculos, aliás, deve dar uns 10 minutos de música por lado, mas já é divertido. Dá um belo presente, também, na pior das hipóteses.

HSBC parou no tempo

Está se tornando comum ver notícias de empresas que perderam dados de clientes, normalmente porque não têm nenhuma noção de segurança digital, e muitas vezes, nem de segurança física. Largam notebooks por aí, têm máquinas com firewalls precários, deixam discos de backup atirados… O resultado é como o meu armário: tende ao caos.

A mais nova empresa a perder dados relativamente importantes de clientes, como nome, data de nascimento e detalhes de seguros foi o HSCB, na Inglaterra. O detalhe é que os dados estavam em um disquete. É, isso mesmo. Essas coisas quadradas que os mais velhos devem ter nas gavetas, e tem gente que jura que chegou a usar um uma vez.

Disquetão

Creative Commons License photo credit: kalleboo

O outro problema é que eles estavam enviando o disquete. Partindo do princípio que eram dados importantes, e que eram no máximo um mega e quebrados de dados, custava mandar por email? É pra isso que existe criptografia, pombas!

Não sei porque ainda me surpreendo.

[Fonte: ZeroHora]

 
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