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Review do Echochrome

Graças ao nosso ciclone extra-tropical anual, não pude ir a aula hoje. Muito triste com o fato, resolvi afogar as mágoas com o meu PS3, e baixei o demo de um jogo que o TRS tinha feito um preview, o echochrome.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=QfICeBtVv8U[/youtube]

O Demo tem apenas 34 megas, e conta com 3 estágios do jogo, que eu terminei em cerca de 15 minutos.

O conceito é bem simples, mas muito original: você controla o cenário, não o personagem, que fica sempre andando até encontrar o fim do caminho e dar a volta, ou um buraco, e cair para um nível mais baixo, ou uma espécie de cama-elástica, e pular para um nível mais alto. A grande sacada do jogo é como o cenário se comporta. Tudo o que você pode fazer é rotacionar ele para alterar a perspectiva. Se você não vê algo, essa coisa não existe. Por exemplo: se há um buraco no meio do caminho, você rotaciona o cenário, de modo a que algo “cubra” sua vista do buraco. Pronto, o manequim passa por ele, como se ele nunca estivesse lá.

No início do jogo, ele te explica que “no mundo de Echochrome, a realidade é o que você vê no momento”. Se parece que tem algo abaixo do buraco, tem mesmo. Se for movido, e não parecer mais, bom, daí não tem mais.

O jogo é estranhamente relaxante, e ao mesmo tempo desafiador, talvez por ser acompanhado de uma trilha sonora de música clássica e celta. Ele foi lançado para o Playstation 3 e o PSP dia primeiro.

A versão japonesa conta com 100 níveis, enquanto a americana tem apenas 56. Ambas têm um editor de níveis. O IGN publicou um exemplo de custom level:

Echochrome

(As sombras são os pontos por onde você deve passar para terminar a fase)

O jogo está por apenas 10 dólares na PSN e eu estou apostando na sua popularidade.

Soltaram os Velociraptors – O HD mais rápido do mundo

Velociraptor

Há algum tempo, a Western Digital havia lançado os seus discos Raptor. SATA a 10000 RPM, não eram brinquedinhos de criança. Daí veio o SATA2, e mesmo a 7200 RPM, eles competiam bem com o Raptor. Para mudar esse quadro, a WD lançou o Velociraptor, um disco SATA2 a 10000 RPM, com 16MB de cache. Um verdadeiro monstro de 2.5 polegadas. É, tamanho de HD de notebook. Ele vem com uma case, conhecida como IcePack, que serve para aumentar o tamanho dele para 3.5 polegadas e refrigerá-lo, porque o coitado deve pegar fogo.

E o melhor: 300GB por 300 dólares, ótimo preço. De acordo com os testes, fica pau-a-pau com os SSDs, só que bem mais em conta. Claro que o consumo de energia nem pode ser comparado.

Faltou só mesmo vir com um par de cintas e parafusos pra prender o gabinete à mesa, para ele não levantar vôo.

Urnas Livres: Orgulho nacional

As eleições no Brasil são um exemplo mundial a ser seguido, quanto a organização. E muito disse se deve ao fato de termos um sistema padronizado de votos, 100% eletrônico. Nos EUA, por exemplo, há urnas eletrônicas, mas elas são diferentes entre si, e a maioria dos lugares ainda usa cédulas de papel, aquela que se fura e ninguém acredita no resultado da contagem.

Aualmente, porém, há um único probleminha. As urnas rodam windows. O problema não é o windows em si, as urnas funcionam muito bem com ele, mas a legislação eleitoral determina que todos os programas utilizados na votação e na contagem dos votos sejam abertos à fiscalização. Embora o programa em si seja, o sistema operacional não é. Num esforço para mudar isso, o TSE autorizou a substituição do sistema em todas as 430 mil urnas para o Linux, e a compra de mais 50 mil. A economia imediata com lisenças também influenciou a decisão, claro. A expectativa é de uma economia imediata de 3 a 4 milhões de reais.

TuxCreative Commons License photo credit: malagent

Além disso, o Linux está sendo implantado também nos sistemas de contagem de votos, transmissão de dados e publicação de resultados. O nosso sistema eleitoral será, finalmente, totalmente livre. Isso vale também para todos os programas desenvolvidos pelo governo para rodar nas urnas e nos processos posteriores: Técnicos credenciados da OAB e do Ministério Público poderão testar o sistema contra fraudes desde já, e por até dois anos após essas eleições.

A nossa urna eletrônica não é algo que se mostra sob sigilo. O que desejo firmar é que nós estamos com um sistema totalmente aberto para acompanhamento por aqueles que tenham interesse legítimo. Não há o que esconder, não há o que escamotear.

Disse o presidente do TSE, Marco Aurélio Mello.

Isso também ajudará na implantação das urnas biométricas, completando assim a segurança do sistema eleitoral. Com urnas biométricas a possibilidade existente atualmente de uma pessoa votar por outra será anulada.

É nessas horas que eu tenho orgulho de ser brasileiro.

[Fonte: ZeroHora]

Jaqueta Não-Me-Toque

Man, paranóia tem limites. Mas mesmo assim, eu queria uma dessas:

Jaqueta

Segundo a fabricante, a No-Contact Jacket é uma vestimenta que quando ativada, libera 80 mil volts a uma baixa amperagem (logo, não mata) e em pulsos, como uma cerca elétrica, por todo o exterior da jaqueta.

Se ela fosse verde, eu diria que foi feita pelo Blanka.

Acompanha um carrinho de mão para carregar a bateria.

Finalmente bons fones bluetooth

Eu odeio fones bluetooth. Tenho nojo mesmo. Não a idéia deles, essa é fantástica. Odeio o design mesmo.
Eles são feios, grandalhões, anti-ergonômicos e tão pesados que parece que a tua orelha vai cair se ostentar um deles por muito tempo. Os estéreo, então, nem se fala.

Além do mais, qualquer um andando na rua com um trambolho de meio quilo em cada orelha parece, no mínimo, cômico.

Uma companhia japa, a Jabra, resolveu este problema. Os fones que eles recentemente lançaram têm um design muito mais utilizável: Uma army tag, dessas que a coca-cola andava distribuíndo faz um tempo, funciona como “base”, com os controles todos ali, e pode ficar discretamente escondida dentro da camisa. Ela tem um plug P3 P2 para fones de ouvido, esses de radinho de pía, dez real no camelô. Isso mesmo, de fones normais, coisa de gente normal, para bluetooth. Na verdade, o kit contém um par de earbuds que parecem bem bonitos, mas são intercambiáveis pelos seus fones prediletos.

Fones

O bichinho suporta Bluetooth 2.0+EDR, HSP, HFP, A2DP e AVRCP, ou seja, todos os padrões que se espera de um bom fone bluetooth.
O microfone dele, por sinal, fica na Tag, a uma distância saudável da boca do falante.

Esta belezinha sai por 125 dólares no Amazon.com ou por 46 no eBay.

Prism disponível no Ubuntu Hardy

Prism é uma tecnologia da Mozilla para executar aplicativos online como se fossem aplicativos desktop normais.
É uma tecnologia bem recente, e foi incluída na nova versão do ubuntu, a Hardy.

Há atualmente nove aplicativos usando esta tecnologia, todos instaláveis pelo apt-get. São eles:

  • prism-facebook
  • prism-google-analytics
  • prism-google-calendar
  • prism-google-docs
  • prism-google-groups
  • prism-google-mail
  • prism-google-reader
  • prism-google-talk
  • prism-twitter

prism
(Depois de instalado, o programa fica no menu como qualquer outro)

Existe também uma extensão para o firefox para transformar páginas em aplicativos Prism, mas eu não testei ainda. Quando testar eu posto um review aqui.
A promessa é de termoso Google Docs Offline em breve nos repositórios. Por enquanto, é só usar a extensão do firefox e criar você mesmo o seu pacote.

Código de barras pros mortos

Segundo a Wikipédia,

O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por cameras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.

tumuloE agora, um japa doidão (ou um empreendedor pra lá de visionário, só o tempo dirá), resolveu vender túmulos com esses tais códigos. Basta um celular e qualquer vivente pode ter informações sobre o defunto.
No mínimo curioso…

Reinventando a roda

A Microsoft adora copiar criar novos conceitos.PnP
Todos sabem que o suporte Plug And Play no windows é capenga. Ele depende de drivers para absolutamente tudo, cada pendrive que você espeta, lá é um driver novo (muitas vezes igualzinho) a ser carregado pro sistema. O Vista já vem com 19 mil drivers, por causa disso.

Recentemente eles registraram uma patente inovadora pra resolver isso. Que tal, ao invés de usar drivers genéricos como os sistemas Unix, jogar a responsabilidade para as fabricantes de hardware e fazer com que elas incluam uma memória flash padrão em seus dispositivos contendo os drivers?

O Linux resolve o problema dos drivers com os genéricos, que funcionam bem para tudo, e só precisam ser carregados uma vez, não importa quantos dispositivos parecidos se tenha. Os mesmos drivers da nvidia funcionam com qualquer placa da série. Pen drives simplesmente usam o driver (ou melhor, módulo) de usb mass storage.

Ao invés, então, da Microsoft investir em algo assim para ela, é muito mais barato eles investirem em um padrão para os outros.

Acredito que seria uma idéia interessante se não houvessem outras soluções mais elegantes.
Claro que não há como tirar o máximo de um hardware com drivers genéricos. Os drivers da Nvidia que eu falei há pouco são atualizados com freqüência, justamente para suportar placas mais novas. Mas os drivers genéricos nv vão suportar qualquer placa nvidia, só o suficiente para poder pegar os drivers de algum lugar, seja a internet, ou um CD, mas suportam.

Já pen drives e afins não têm muito o que inovar em drivers. Um pen drive kingston, um xingling ou um psp e mass storage funcionam essencialmente do mesmo modo.

É a Microsoft reinventando a roda mais uma vez. E querem que ela seja quadrada, parece.

 
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