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Japinhas enfiando o dedo no buraco

[youtube]http://www.youtube.com/v/Y47OKo2qP-o[/youtube]
Os japoneses vivem nos surpreendendo com inovações tecnológicas na área dos videogames. Tecnologias fantásticas como o Wii e o PS3 saíram do japão. Mas de lá também saiu o tentacle porn (não pesquise no google. Sério. Não venha dizer que não avisei!).
Esse jogo (sim, era para ser um jogo) não é um exemplo de bom uso da tecnologia. O conceito é simples, mas muito bizarro, e até ligeiramente perturbante: você enfia o dedo no buraquinho na lateral do videogame, e uma versão eletrônica dele aparece na tela. A partir daí você pode fazer todo o tipo de coisas divertidas, como… Uhnm… Ver uma versão eletrônica do teu dedo dar petelecos num tamagochi?

Deve ser sinal do fim dos tempos. Ou do excesso de tempo de alguns engenheiros.

Via Geekologie.

Que fonezinhos mais porcos, hein?

Eu tenho uma tara por áudio. Não só por música, mas gosto de toda a engenharia do áudio, de conseguir qualidade máxima, de fazer os cabos, de experimentar fones novos, brincar com as configurações dos codecs para conseguir a maior qualidade no menor arquivo.

Recentemente eu comprei um par de fones intrauriculares da Philips, por 64 reais no Mercadolivre. Bem bonzinhos, mas nada excepcional. Eles vieram para substituir meus antigos JBuds, cujo fio foi quebrado. Esses sim, de som excepcional, por cerca de 100 reais. Agora eles estão mais baratos, acho que vou comprar outro par.

E eu comprei também um par de Etymotic Research ER4, que são fones profissionais, e extremamente caros. Não chegaram ainda, mas dá para ter uma idéia do nível deles no site da fabricante. Quando eu recebê-los vou fazer um review detalhado.

Mas claro que nada disso se compara a esses fones:

Pigbuds

Quem se importa com qualidade sonora quando se tem um porco cor-de-rosa atravessando a cabeça? Além do mais, são só 12 dólares. No Japão, obviamente.

[Via Engadget]

Review do Echochrome

Graças ao nosso ciclone extra-tropical anual, não pude ir a aula hoje. Muito triste com o fato, resolvi afogar as mágoas com o meu PS3, e baixei o demo de um jogo que o TRS tinha feito um preview, o echochrome.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=QfICeBtVv8U[/youtube]

O Demo tem apenas 34 megas, e conta com 3 estágios do jogo, que eu terminei em cerca de 15 minutos.

O conceito é bem simples, mas muito original: você controla o cenário, não o personagem, que fica sempre andando até encontrar o fim do caminho e dar a volta, ou um buraco, e cair para um nível mais baixo, ou uma espécie de cama-elástica, e pular para um nível mais alto. A grande sacada do jogo é como o cenário se comporta. Tudo o que você pode fazer é rotacionar ele para alterar a perspectiva. Se você não vê algo, essa coisa não existe. Por exemplo: se há um buraco no meio do caminho, você rotaciona o cenário, de modo a que algo “cubra” sua vista do buraco. Pronto, o manequim passa por ele, como se ele nunca estivesse lá.

No início do jogo, ele te explica que “no mundo de Echochrome, a realidade é o que você vê no momento”. Se parece que tem algo abaixo do buraco, tem mesmo. Se for movido, e não parecer mais, bom, daí não tem mais.

O jogo é estranhamente relaxante, e ao mesmo tempo desafiador, talvez por ser acompanhado de uma trilha sonora de música clássica e celta. Ele foi lançado para o Playstation 3 e o PSP dia primeiro.

A versão japonesa conta com 100 níveis, enquanto a americana tem apenas 56. Ambas têm um editor de níveis. O IGN publicou um exemplo de custom level:

Echochrome

(As sombras são os pontos por onde você deve passar para terminar a fase)

O jogo está por apenas 10 dólares na PSN e eu estou apostando na sua popularidade.

Finalmente bons fones bluetooth

Eu odeio fones bluetooth. Tenho nojo mesmo. Não a idéia deles, essa é fantástica. Odeio o design mesmo.
Eles são feios, grandalhões, anti-ergonômicos e tão pesados que parece que a tua orelha vai cair se ostentar um deles por muito tempo. Os estéreo, então, nem se fala.

Além do mais, qualquer um andando na rua com um trambolho de meio quilo em cada orelha parece, no mínimo, cômico.

Uma companhia japa, a Jabra, resolveu este problema. Os fones que eles recentemente lançaram têm um design muito mais utilizável: Uma army tag, dessas que a coca-cola andava distribuíndo faz um tempo, funciona como “base”, com os controles todos ali, e pode ficar discretamente escondida dentro da camisa. Ela tem um plug P3 P2 para fones de ouvido, esses de radinho de pía, dez real no camelô. Isso mesmo, de fones normais, coisa de gente normal, para bluetooth. Na verdade, o kit contém um par de earbuds que parecem bem bonitos, mas são intercambiáveis pelos seus fones prediletos.

Fones

O bichinho suporta Bluetooth 2.0+EDR, HSP, HFP, A2DP e AVRCP, ou seja, todos os padrões que se espera de um bom fone bluetooth.
O microfone dele, por sinal, fica na Tag, a uma distância saudável da boca do falante.

Esta belezinha sai por 125 dólares no Amazon.com ou por 46 no eBay.

Código de barras pros mortos

Segundo a Wikipédia,

O QR Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado pela empresa Japonesa Denso-Wave, em 1994. O QR vem de Quick Response, pois o código pode ser interpretado rapidamente, mesmo com imagens de baixa resolução, feitas por cameras digitais em formato VGA, como as de celulares. O QR Code é muito usado no Japão.

tumuloE agora, um japa doidão (ou um empreendedor pra lá de visionário, só o tempo dirá), resolveu vender túmulos com esses tais códigos. Basta um celular e qualquer vivente pode ter informações sobre o defunto.
No mínimo curioso…

 
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