Ah, a ironia
Han? Erro com o MSSQL eu entendo, mas o Linux Today rodando MSSQL? É o fim dos tempos, como diria meu Tio.
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Han? Erro com o MSSQL eu entendo, mas o Linux Today rodando MSSQL? É o fim dos tempos, como diria meu Tio.
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Meu sonho de consumo é uma coisa dessas. Quando eu for milhonário e tiver uma casa grande suficiente, e dinheiro para comprar todo o hardware, eu monto um assim.
Desculpe, mas não tem versão legendada.
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O ssh (secure shell) já salvou a minha vida mais de uma vez. É muito mais prático do que FTP quando se quer fazer alterações nos arquivos do servidor e não é necessário subir ou baixar nenhum arquivo. Além disso, existe o sshfs, que é uma grande facilidade para nós usuários do Linux, que podemos montar uma pasta ssh como se fosse um sistema de arquivos local, e ter todo o conforto de editores de texto gráficos e bonitinhos 100% online.

Crédito da foto: Stryker W@SP
Ela provê uma conexão segura e encriptada a um servidor remoto, e te dá uma shell completa do sistema hospedeiro, que normalmente é unix. Conhecer a linha de comando então é mais que uma mão na roda, é obrigatório. Mas muita gente não vai muito longe do ls, cd, pwd, rm, mv.
Existem dois truques que eu uso muito em todos os sites que eu administro, e realmente facilitam muito a minha vida.
Imagina a situação: no teu site tem uma centena ou mais de arquivos de backup, simples cópias de segurança de arquivos, de antes de serem modificados, e você não precisa mais deles. Sempre ouvimos que é uma boa prática nesses casos simplesmente fazer uma cópia do arquivo, adicionando .bak ao fim do nome, mas ninguém nunca nos diz porque. Esse primeiro truque é justamente para tirar proveito disso. Tendo todos os teus arquivos de backup terminando em .bak, não importa quão espalhados eles estejam na árvore de diretórios, basta rodar este comandinho:
find . | grep .bak | xargs rm
(Antes que os xiitas venham reclamar, sim, dá pra juntar o find com um grep, mas o grep é mais rápido que o find para esse caso.)
Explicando por partes: Cada “|” (chamado de pipe) concatena comandos, passando a saída de um comando para o próximo. O primeiro comando, find ., lista recursivamente todos os arquivos do diretório atual. A saída é passada para o grep, que procura nessa lista por arquivos que contenham a expressão .bak no nome (e é uma boa rodar só os dois primeiros comandos para ter certeza de que não tá aparecendo nada extra aí). Por fim, temos o todo-poderoso xargs, que tem mais usos do que o próprio Stallman conhece, executa o comando rm em cada nome desta lista.
A segunda situação é quando precisamos fazer uma faxina no servidor, mas não sabemos o que diabos está pesando 1,5GB. Isso é facilmente resolvido com este lindo comando:
du -ch
(É fácil de lembrar dele, lê “duch”, que soa a “douche”, um xingamento em inglês).
Este comando vai também listar recursivamente todos os diretórios (mas só eles, não os arquivos), e te dar o tamanho de cada um, e o total da pasta atual no fim. Extremamente útil.
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O Adobe Integrated Runtime, ou AIR, é uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos multiplataforma com o Flash, Flex, HTML e AJAX, de modo que podem ser executados também no desktop.
Atualmente há uma versão alpha para o Linux, e um public beta para o Windows e Mac. Essas duas versões já estão bem estáveis, e há muitos aplicativos para o AIR por causa delas. Já do lado do Linux, não se ouve falar muito do AIR.
Depois que eu vi um artigo no Lifehacker sobre aplicativos interessantes para o AIR, resolvi me aventurar e instalar o dito no meu Ubuntu Hardy. Antes que me apedrejem, o procedimento deve funcionar em qualquer distribuição do Linux, mas eu não faço idéia quanto a dependências, por isso não garanto nada.
O processo é extremamente simples. Primeiro, baixe o AIR para alguma pasta do seu PC.
Num terminal, agora dê um chmod +x adobeair_linux_a1_xxxxxx.bin, substituindo, obviamente, pelo nome do seu arquivo. Por estar em alpha, espere atualizações freqüentes (eu sei que eu espero).
Depois é só rodá-lo com permissões de root (um sudo ./adobeair_etc.bin deve resolver) e esperar ele instalar.
Ele é instalado no /opt, prática louvável, porque vários .bins que eu instalei ultimamente tentavam se instalar em outros lugares, tornando-se um inferno para removê-los.
Depois disso, basta baixar qualquer .air e dar dois clickes que o instalador dá conta do resto. Ele pede a tua senha e instala em /opt também, para facilitar a remoção.
Apesar de tudo, minha experiência não foi muito feliz. O AIR está muito instável no Linux ainda, e dos 10 programas do artigo do Lifehacker, somente o do google analytics funcionou, e ainda assim, eu tinha que criar um perfil novo a cada vez que rodava.
O instalador foi a parte mais surpreendente de tudo. Mostra que é possível distribuir binários unificados para o Linux, fazendo uma instalação independente de distribuição sem muita dificuldade, e sem a possibilidade de quebrar o sistema. A Sun já nos mostrava isso há tempo, mas com a Adobe agora, a mente dos desenvolvedores deve se abrir para a idéia.
Só espero que a Adobe continue investindo no AIR para o Linux, e não faça como está fazendo com o Flash, onde nos deixa com versões antigas e não corrige bugs simples.
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O meu notebook é bem guerreiro. É um HP Pavillion dv9010us, tela 17, dual core, 2GB de RAM. E funciona muito bem com o Linux. Já tive alguns problemas com ele, e nem tudo funciona com a facilidade que deveria, mas funciona.
Eu inclusive troquei a wireless dele (e tive que hackear a BIOS no processo) por uma Atheros ABG, para dar uma melhorada no coitado, já que veio com uma broadcom B, muito chinelona.
A única coisa que eu nunca tinha nem tentado fazer funcionar no Linux foi a webcam dele. Sabia que ela um dia tinha funcionado no windows, pois veio instalada, e cheguei a utilizá-la lá, mas após uma ou outra formatação da partição windows, nem com os drivers do site da HP ela funcionava. Simplesmente ignorei o fato e fui adiante.
Hoje, porém, eu vim no ônibus pensando em como eu não tinha nada de inútil para fazer a tarde, e no que poderia tentar fazer. Decidi pôr minha webcam pra funcionar. Minha decepção, porém, foi com a facilidade. Passo a passo, o que deve ser feito para as webcams que, como a minha, usam o chipset r5u870:
Primeiro, verifique qual webcam você tem. Dê um lsusb no terminal. Você deve encontrar uma linha como esta:
Bus 001 Device 002: ID 05ca:1870 Ricoh Co., Ltd
O que importa, nesta linha, é o que vem depois de ID. Qualquer webcam cuja ID seja 05ca:18xx funcionará com este guia.
A seguir, atualize seu sistema e instale os pacotes essenciais para a compilação com um sudo aptitude install build-essential linux-headers. Vale lembrar que eu testei com o kernel rt do ubuntustudio, e funcionou sem problema nenhum. Minha experiência diz que, se algo assim funciona nesse kernel, funciona em qualquer lugar.
Agora baixe as fontes:
svn co http://svn.mediati.org/svn/r5u870/trunk r5u870
Uma pasta com o nome de r5u870 será criada. Mude para ela com um cd e compile com um make. Não se preocupe com tudo o que aparece no teminal, são warnings do gcc, normalmente, e vai dar tudo certo assim mesmo. Se deu problema, a última linha será algo como make: *** [all] Error 2. Caso isto não tenha aparecido, está tudo ok. Siga em frente e instale com um sudo make install. Agora nada deve dar errado.
Pronto, seus drivers estão compilados. Após um reboot eles serão carregados normalmente. Caso não queira esperar, dê um sudo modprobe r5u870 e seja feliz.
O aMSN reconheceu sem problema nenhuma minha webcam e enviou para meus contatos. O mesmo aconteceu com o xawtv (sudo aptitude install xawtv).
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O dia hoje está fraco com palestras. Eu assisti a uma de jogos com software livre, que estava interessante para ver o panorama geral do mercado brasileiro, mas não empolgou muito.
Estou esperando pela palestra sobre EXT4, que, essa sim, deve ser do nível da writing a device driver e da large scale php, a julgar pelo lugar: o auditório Linus.
Fora isso, há uma ou outra palestra que eu pretendo ver, incluindo uma de Drupal, que eu espero não ser tão ruim quanto a outra que teve.
Hoje há também um pouco mais de brindes sendo distribuídos, a intel deu canetas e pendrives de 256MB pro pessoal que assistiu à sua palestra. O Google continua com seus cubos, dando camisetas ou canecas para quem conseguir montá-los.
Há um grande movimento de escolas por aqui, de escolas técnicas às escolas fundamentais do projeto-piloto do OLPC.
A wireless está muito mais estável agora. Não testei pela manhã, então não sei dizer como estava. Mas não tive problemas para atualizar o meu note para a versão RC do ubuntu, que foi lançada ontem.
Vamos ver como fica até o fim do dia. E eu ainda quero um cubo do google.
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Morto de cansado. Não há melhor maneira de descrever meu estado após o dia de hoje da FISL.
Nem tirei muitas fotos porque fiquei de palestra em palestra. Assisti uma especialmente boa, do Rasmus Lerdorf, criador do PHP.
Ele contou da sua experiência em portar todo o Yahoo para PHP, as dificuldades de um sistema em larga escala, como optimizar o código e principalmente como manter a segurança do sistema.
A wireless estava um pouco menos pior. Fora dos lugares mais movimentados, onde a interferência das outras redes era menor, eu pegava IP com certa facilidade, e até consegui baixar a incrível velocidade de 1MBps.
O problema, mesmo, era no meio do povo. Com cerca de 15 redes wireless, não tinha como não dar interferência. O resultado foi ligar na cabeada mesmo.
No pouco tempo que eu estive fora das palestras, vi um grupo de crianças que fazem parte de um projeto-piloto do OLPC, cada uma com seu XO. Peguei um pedaço da conversa de duas menininhas de, no máximo, 10 anos, que contavam ter blogs. Damn, competição de gatos a gente atura, mas menininhas pré-adolescentes?
No geral, foi melhor que o segundo dia, mas ainda temos os mesmos problemas de sempre. E pensar que depois de 9 anos já teriam aprendido…
postado em FISL | 1 Comentário
Começando o segundo dia, os problemas são os mesmos. A wireless dá IP, mas não navega. Achei uma outra rede, a NICBR. Se eu não posso usar, não sei, só sei que essa tá funcionando bem.
Tem muita gente por aqui, e a tarde virá muito mais, já que é aparentemente o período preferido de visitação do público.
Hoje tem muitas palestras ótimas, vou passar o dia em palestras, pelo visto. Acho, na verdade, que nem vou comer.
Aproveitei, por sinal, que a minha aula de algoritmos seria somente da correção da última prova, e me adiantei pra FISL, para assistir a palestra que vai começar agora: Novas tendências na instalação de pacotes para o Linux.
Depois eu posto review das melhores palestras que eu vi.
Vou aproveitar pra lembrar que a galeria do dia 2 já está no ar.
Update: Agora a rede da NICBR também está instável. Fantástico.
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A wireless aqui na FISL tá muito estranha. Quando dá IP, não navega. Uppar as fotos está um sacrifício.
Consegui um IP agora, mas as chances de mantê-lo são mínimas. Isso me espanta um pouco, já que todos os anos são os mesmos problemas, acontecendo pelos mesmos motivos.
Conseguir uma tomada pra recarregar o note também é tarefa árdua, achei que ia ter que entrar em um duelo mortal com alguém para conseguir uma. Por sorte aqui na fente da sala Linus Torvalds tem várias sobrando.
A Galeria já contém várias fotos, mas tem mais que eu vou uppar quando chegar em casa, incluindo uns dois vídeos do Tux dançando. Agora que eu consegui um IP, estou uppando a 60KBps em média. Nada mau, deveria ter estado assim o dia todo.
Estou na correria, só esperando pela próxima palestra, Writing a Device Driver, para então ir pra casa.
Postar ao vivo, na verdade, funciona muito melhor com microblogging, senão o teu texto fica totalmente desconexo como esse. Agora, por exemplo, a conexão caiu, faltando duas fotos pra terminar de uppar, e a palestra que estava acontecendo na Linus Torvalds terminou, então estou entrando na sala.
Depois eu faço um post decente com legendas boas nas fotos.
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Faz pouco tempo que eu comecei a usar o Flickr, e adorei a plataforma. Muito melhor que o Picasa, do Google, e mesmo do que a galeria que eu hospedo, usando o Gallery2. É perfeito pra compartilhar fotos com os amigos e família, e para bloggar essas fotos.
Mas ele tem um limite mensal de 100 megas de fotos enviadas, a menos que você tenha uma conta Pro. Faz alguns minutos, fui uppar uma foto pra ele, pelo site, e ele disse que, esse mês, eu já tinha uppado 135 megas, logo, ultrapassado meu limite.
Como eu estava uppando com o F-Spot, pro Linux, eu nem sabia que tinha um limite. Mas achei muito estranho que eu pudesse ter ultrapassado o limite por 35%.
Fiz o teste: Uppei a foto que eu estava tentando uppar denovo, dessa vez pelo F-Spot. Sem dúvidas, uppou e apareceu no meu flickr.
O que o flickr diz a respeito do limite é:
When you have a free Flickr account, you can upload 100MB worth of photos each calendar month. This is a bandwidth limit, and not an amount of space that you have on Flickr servers.
Ou seja, 100 megas por mês mesmo. Nada mais que isso, a menos que você delete fotos antigas. E eu já passei de 140 só hoje.
Não sei por quanto tempo isso vai ficar assim, então, aproveitem!
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