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Como enlouquecer uma atendente de telemarketing

Dentre os grupos sociais que eu mais odeio (por mais que hajam pessoas desses grupos que eu goste e ignore que pertençam a eles) estão os emos, os manos e as atendentes de telemarketing.

Eu as odeio principalmente quando me ligam durante um filme o qual eu não posso (ou não quero) pausar, ou durante a melhor parte do livro, quando eu estou naquele embalo de ter lido 150 páginas a fio. E como Murphy impera, é sempre nessas horas que elas vão ligar.

Há uma série de técnicas para infernizar ou simplesmente se livrar de uma dessas pessoas. O truque-padrão é dizer que já possui o produto, ou que morreu. “O Pedro? Não, ele morreu semana passada, atropelado, coitado do guri. Não, é, não adianta ligar mais.”. Para os de estômago mais fraco, também é possível simplesmente dizer que o sujeito se mudou, faz o mesmo efeito, mas não é nem de longe tão divertido.

Agora, se você está de bom humor, e afim de infernizar mesmo a pessoa da outra ponta, a técnica mais simples e mais eficaz é simplesmente responder “Sim” para tudo o que te perguntarem. E somente isso. Ou responder “Não“, o que talvez seja mais garantido.

Um lindo exemplo está aqui: (Não achei sem legendas, sorry)

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Oh4EPcOpSy8[/youtube]

Lembrando que é possível que o atendente se estresse, como o cara do vídeo, e você saia mal na fita (ou pior ainda: que você acabe aceitando um cartão da AmEx).

Via Consumerist.

Ah, a ironia

WTF?

Han? Erro com o MSSQL eu entendo, mas o Linux Today rodando MSSQL? É o fim dos tempos, como diria meu Tio.

Dança do quadrado na cabeça? Estude matemática!

Não, isso não é mais uma afirmação arrogante sobre “pessoas inteligentes não ouvem funk”. Até porque Murphy impera, e invariavelmente, um dia, você vai entrar no bar (ou na sinuca do DA da sua faculdade) e vai estar tocando o Créu ou a Dança do Quadrado. Ninguém lá dentro gosta daquilo, exceto aquela única guria do Direito que está lá, mas todo mundo perdoa a música para assitir ela rebolar.

De qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde, uma música vai ficar na cabeça, e, de preferência, a mais irritante. Além do Quadrado e do Créu, exemplos bons são “O Diário de Daniela”, “se a gripe te pegou logo ali na esquina, tome logo, tome logo, tome logo uma Coristina” ou ainda “Tremendo Vacilão”. É ouvir as primeiras notas e créééu, tá na cabeça. Na verdade, só de se lembrar delas, muitas vezes, isso acontece.

Isso é devido a um bug no nosso córtex auditivo, que deveria guardar a música para lembrança posterior, mas muitas vezes libera a memória incontrolavelmente.

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photo credit: hlkljgk

Quadrado. Cada um no seu.

Há duas soluções para este problema. Um é ouvir toda a música, mas essa normalmente é uma má opção, já que ninguém merece ouvir Tremendo Vacilão (Okay, acho que o Faustão merece). A outra é estudar matemática.

Embora isso possa ser considerado tortura maior para alguns seres bizarros (e todo mundo menos os engenheiros devem se incluir nesse grupo), isso deve tomar tanto poder de concentração que irá fazer o teu precioso córtex auditivo desligar o repeat do playback.

Então, lembrem-se, crianças, “Você é um tremendo vacilão, esqueceu de tirar dx/dt. Créééu!“.

[Fonte: Wired]

Executivo americano quer indenização por strip tease mal-feito

Chuck NorrisUm executivo americano estava bem feliz da vida em uma boate de Manhattan, ganhando pagando por uma Lap Dance, quando a infeliz da dançarina resolveu tentar passar a perna (literalmente) por cima da cabeça dele. A lei de Murphy nos diz que isso é uma má idéia, e, como era quase óbvio, ela acertou o olho do pobre coitado.

Segundo ele, o golpe lhe causou “severos ferimentos”, e ele pede uma indenização pelo acidente.

Então lembrem-se: Se um dia forem a Manhattan, visitem a Hot Lap Dance Club, mas usem um capacete.

[Via ZeroHora]

Creative Commons License photo credit: cybertaur1

 
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