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Me divertindo com meu 6120

Comprei um Nokia 6120, meu primeiro symbian, e já de cara, um 3G.

Nokia 6120 Branco

Peguei na promoção do dia das mães da claro, no plano 3G80, por 300 pilas. Nada mau pra um telefone desses. Ele tem um processador ARM a 369MHz, com 64MB de RAM e 35MB de memória interna. Veio com um cartão de 512MB de brinde, aliás, e tem duas câmeras: uma de 2MP, muito boazinha, e uma frontal VGA para video-chamadas. Tudo isso em somente 89 gramas. Muito leve!

O 3G da claro está bem legal aqui, pelo que eu testei. Só usei ele no celular, então não tenho como saber da velocidade real, mas a sensação da velocidade é muito satisfatória. Como eu só tenho 10MB de tráfego mensal, tenho que maneirar.

Várias vezes, por sinal, vi o 3G mudar para 3.5G, mas não notei a diferença de velocidade. Seja ela qual for, está boa e estável.

Estou apanhando um pouco para o symbian, tem muito mais o que fazer nele do que no S40, dos celulares mais simples. Para terem uma idéia, eu demorei um bom tempo pra descobrir como travar as teclas do celular!

Agora estou procurando bons programinhas pra ele, quem conhecer algum, ou um bom site de programinhas free pra S60, me avise nos comentários.

Coloquei umas 14 músicas nele, só por diversão, já que eu só preciso de dois para ringtone e alerta de mensagem (porque para ouvir música mesmo eu tenho um iPod).

Depois falo mais sobre ele, posto também reviews de programas que eu achar pra ele.

CD de Fumaça

Não, não é o novo álbum do mais novo grupo de RAP da periferia, nem um Fiat 147 CDesmanchando.

Cientistas criaram uma maneira de transformar o gás carbônico que sai das chaminés das fábricas em CDs e DVDs.

O Greenpeace está batendo palmas e dando pulinhos histéricos, claro.

DVDs
Creative Commons License photo credit: unfo-

Isso vai nos trazer mídias mais baratas (embora já sejam absurdamente baratas), e vai dar um destino mais razoável a todo o carbono liberado pela queima de combustíveis fósseis. Claro que isso não resolve o problema de milhares de CDs que são descartados todos os dias ao redor do mundo, e vão acabar em aterros, poluindo um pouco mais… Mas com isso a gente se preocupa depois.

Capa estranha para um álbum de música clássica…

Capa Estranha
The planets é música clássica, do compositor Britânico Gustav Holst, e é do início do século 20.
A capa deve ter saído de algum filme do Cinema em Casa.

Um tapinha não dói. Mas se for no bolso…

Acho que todos temos a infelicidade de lembrar do início da popularização do Funk pelo Brasil. Pérolas como o Bonde do Tigrão, Poposuda e Eguinha Pocotó (sem trema mesmo) poluíam as ondas do rádio por toda a parte.

As letras eram obviamente de uma profundidade macarenística, mas quem se importa com a letra, não é mesmo?

TapinhaAparentemente, uma organização não-governamental (porque se fosse governamental seria desorganização) concluiu que a letra de “Um Tapinha Não Dói” “banaliza a violência e estimula a sociedade a inferiorizar a mulher”. É justo.

Por conta disso, a Furacão 2000 Produções Artísticas foi multada em quinhentos mil reais. O dinheiro será revertido para o Fundo Federal de Defesa aos Direitos. Poderiam ter aproveitado o embalo e construído uma outra delegacia da mulher ou um hospital para todas as mulheres que resolveram testar a teoria de que Um Tapinha Não Dói.

Aliás, deveriam mesmo era ter multado eles por propaganda enganosa. Desde quando funk é Produção Artística? Ou então meu conceito de arte está defasado…

[Via ZeroHora]

Finalmente bons fones bluetooth

Eu odeio fones bluetooth. Tenho nojo mesmo. Não a idéia deles, essa é fantástica. Odeio o design mesmo.
Eles são feios, grandalhões, anti-ergonômicos e tão pesados que parece que a tua orelha vai cair se ostentar um deles por muito tempo. Os estéreo, então, nem se fala.

Além do mais, qualquer um andando na rua com um trambolho de meio quilo em cada orelha parece, no mínimo, cômico.

Uma companhia japa, a Jabra, resolveu este problema. Os fones que eles recentemente lançaram têm um design muito mais utilizável: Uma army tag, dessas que a coca-cola andava distribuíndo faz um tempo, funciona como “base”, com os controles todos ali, e pode ficar discretamente escondida dentro da camisa. Ela tem um plug P3 P2 para fones de ouvido, esses de radinho de pía, dez real no camelô. Isso mesmo, de fones normais, coisa de gente normal, para bluetooth. Na verdade, o kit contém um par de earbuds que parecem bem bonitos, mas são intercambiáveis pelos seus fones prediletos.

Fones

O bichinho suporta Bluetooth 2.0+EDR, HSP, HFP, A2DP e AVRCP, ou seja, todos os padrões que se espera de um bom fone bluetooth.
O microfone dele, por sinal, fica na Tag, a uma distância saudável da boca do falante.

Esta belezinha sai por 125 dólares no Amazon.com ou por 46 no eBay.

Review do Rockbox

rockbox
Há pouco tempo eu instalei o rockbox no meu iPod, para poder ouvir FLAC nele.
Decidi, então, escrever um mini-review dele.

Instalação:
Bem fácil, tem um auto-instalador pro windows, mas a instalação manual é tão simples quanto. Só copiar uma pasta pra raiz do iPod e rodar um programinha pra fazer o patch da MBR. Ela também é não-destrutiva, então tudo o que estava no seu iPod ainda estará lá.

Formatos de Áudio:
Fantástica seleção. Dos clássicos AAC, MP3 e ALAC (oficialmente suportados pelo iPod), também FLAC, WMA e outros tantos formatos (um total de 28).

Opções de Áudio:
Equalisador canal-por-canal e com presets, ajuste de balanço, gapless playback (pros fãs de Pink Floyd), crossfade, entre outros.

Creative Commons License photo credit: You Are The Conductor..

Interface:
Usa skins, e tem várias disponíveis. Algumas mostram as capas dos álbuns, outras não, bem como várias outras informações.

Extras:
Joguinhos (incluindo Doom!), e a possibilidade de instalar programas de PDA. Também pode mostrar bitrate e outras informações da faixa ou do iPod (como status detalhado da bateria) na tela da música.

Curiosidades:
Pode usar a iTunesDB, mas é meio lento. Não gostei. Melhor mesmo é simplesmente jogar as músicas no iPod, em modo disco. Ele faz acesso direto ao disco.

O que falta:
Não tem um bom suporte a vídeo. Há um plugin pra MPEG, mas não testei.
Sem suporte a JPG. Também há um plugin, mas não ajuda com as capas.
Capas de álbuns: Só em .bmp, e devem estar na pasta da música. Pela DB, nada feito.
Letras de músicas: Se dá pra ver, não achei.

Resumo: Ótimo para audiófilos que gostam de ter um iPod só para música, ou para hackers de fim-de-semana que querem mostrar pros amigos como é legal jogar doom no iPod (e matar a bateria dele em meia hora).

FLAC no iPod

O iPod é um dos melhores players do mercado, sem dúvida, no quesito hardware. As versões de disco rígido têm um espaço generoso, uma ótima vida útil de bateria e uma saída de áudio fantástica. A interface também é muito prática e bonita, típico da Apple. Mas também típico da Apple é só suportar um conjunto limitadíssimo de codecs.
Eu tenho um iPod Video 60GB, Quinta Geração, e ele só toca MP3, AAC e ALAC. Tanto MP3 quanto ALAC são bons codecs, ALAC por sinal é um codec lossless, mas é proprietário e fechado, e isso é feio (©Stallman).

De qualquer jeito, eu precisava de suporte a FLAC no meu iPod porque recentemente tinha comprado o novo álbum do Nine Inch Nails (que é FODA). A solução seria hackear o iPod, é claro.

Há basicamente duas opções de firmwares alternativos aos iPods: iPodLinux e Rockbox.

iPodO iPodLinux é um projeto bem antigo e poderoso, é um port completo do uClinux pro iPod, com suporte inclusive a vídeo em MPEG para até mesmo os mais antigos iPods monocromáticos. Mas eu não queria vídeo, eu só queria mesmo música, então decidi pelo RockBox.

Instalar o rockbox é fácil. No site deles tem uma coleção de guias de como fazê-lo, tem instaladores automáticos inclusive, mas eu instalei na mão mesmo, só pela diversão.

Depois de instalado é só festa. Inclusive ele pode tanto ler a iTunesDB de um iPod (mas de maneira precária, eu não gostei), quanto simplesmente listar os diretórios (melhor, mas só se você souber se organizar). Daí para tocar FLAC é só jogar os arquivos em algum lugar do iPod que ele toca sem reclamar.

A duração da bateria tocando FLAC é menor, vale lembrar. Bem menor mesmo, coisa de 2 horas contra 16 de MP3 normal. Mas audiófilos não vão reclamar disso, a qualidade compensa, e muito.
Creative Commons License photo credit: Mandi Maebe

Nine Inch Nails lançam novo álbum na web

A banda americana de Rock Industrial (e foda pacas) Nine Inch Nails acabou de lançar seu novo álbum (ou novos, na verdade): Ghosts I-IV (Volumes de um a quatro).
Trent

Até aí nenhuma novidade. A novidade é no formato:
De graça você pode baixar o volume um, por torrent, direto do Pirate Bay. Por cinco dólares (que eu paguei com gosto), você baixa os quatro volumes em um dos três formatos disponíveis: Apple Lossless, FLAC ou 320LAMEMP3, todos em excelente qualidade. Tudo DRM-Free, com albumart e tags nos arquivos. Uma maravilha para audiófilos.

Agora, se você for um fã, por 10 dólares você compra o CD duplo (que só sai dia 8 de Abril) e ganha os downloads.
Ou por 75 dólares tem a edição de Luxo, onde os CDs vêm numa embalagem de capa dura, com bolsinhas de tecido, junto com um DVD com todas as músicas nos 3 formatos de download e ainda um Blu-Ray com as músicas em HD Audio Stereo.

Ou, se você for realmente aficionado por eles, havia também uma última opção: Desembolsando 300 Dólares você pode comparar a edição superluxo, que além de tudo da edição de Luxo, ainda vinha com os quatro volumes em LPs separados de 180 gramas, e cada pacote será pessoalmente autografado pelo Trent Reznor, líder da banda. Infelizmente eles já venderam todas as 2500 unidades dessa edição.

Afinal, quem precisa de gravadoras? Com bandas como Nine Inch Nails e Radiohead lançando as suas músicas por conta própria de modo a todos terem acesso a elas, a indústria de música vai ter que repensar seus conceitos…

Creative Commons License photo credit: Uglynoid

iBand – Banda Touch


Esses caras fazem música com iPhones / iPod Touches e Nintendo DSs. Muito bom, vale a pena conferir.

 
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